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publicado por adm | Domingo, 19 Novembro , 2017, 18:34

Novo Roadster deve ser lançado em 2020 e impressiona não só pela sua aerodinâmica como também pela autonomia de 1.000 km com uma única carga de bateria; modelo vai custar US$ 200 mil nos Estados Unidos

 

O visionário presidente da Tesla Motors, Elon Musk, apresentou ao mundo o novo Roadster. A nova geração do primeiro modelo da marca norte-americana deve chegar ao mercado só em 2020 e o carro promete ser o futuro mais rápido do planeta, indo de 0 a 96 km/h em 1,9 segundo.

 

Outra informação antecipada por Musk e que impressiona é a autonomia do Roadster, que seria capaz de rodar até 1.000 km com apenas uma carga de bateria, algo revolucionário no atual patamar da tecnologia dos carros 100% elétricos. "O objetivo disso é dar um golpe final nos carros a gasolina. Dirigir um esportivo a gasolina vai parecer um motor a vapor", afirmou Musk durante a coletiva de apresentação do novo modelo.

 

O Roadster de dois lugares chama atenção pelo belo design absurdamente aerodinâmico e o teto escamoteável e todo feito de vidro. Por dentro, o carro traz o típico acabamento futurista e minimalista dos modelos da Tesla, inclusive no desenho do volante.

 

De acordo com o dono da Tesla, as encomendas do modelo já podem ser feitas pelo site da marca. Os primeiros 1.000 compradores do esportivo terão que pagar mais caro pelo Roadster (US$ 250 mil) e terão que comprar o carro à vista. O Tesla Roadster custará nos Estados Unidos US$ 200 mil (cerca de R$ 650 mil). As reservas serão feitas mediante pagamento de US$ 50 mil (R$ 164 mil).

 

Caminhão elétrico

 

Além do Roadster, a Tesla finalmente revelou na noite de quinta-feira (16), o Semi, o primeiro caminhão da fabricante que entrará em produção a partir de 2019, segundo informou Musk. O pesado elétrico tem autonomia de até 800 km com uma carga de bateria. Não foram divulgados mais detalhes técnicos e o preço do caminhão carregada também com o típico design futurista dos modelos da Tesla.

 

O Semi se destaca por ter uma aerodinâmica impecável. Para se ter uma ideia, segundo a Tesla, o coeficiente de arrasto do caminhão, que é a resistência que o ar exerce contra a carroceria do veículo, é menor que a do superesportivo Bugatti Chiron, por exemplo.

 

 

Fonte     http://www.otempo.com.br/interessa/super-motor/tesla-anuncia-esportivo-que-promete-ir-de-0-a-96-km-h-em-menos-de-2-s-1.1543611

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publicado por adm | Domingo, 19 Novembro , 2017, 18:14

Após revolucionar o mundo dos carros elétricos, a Tesla deu mais um passo no transporte "verde" e apresentou um futurístico caminhão totalmente elétrico. 

"Desenhamos o caminhão Tesla para ser como uma bala", disse o cofundador e diretor executivo da Tesla, Elon Musk. 

O inventor bilionário apresentou, na quinta-feira, o novo veículo - batizado de Tesla Semi - em um evento em Hawthorne, Califórnia. 

O perfil elegante e aerodinâmico do novo veículo, em cores foscas ou metálicas, foi desenhado para sobressair nas estradas, e a companhia assegura que será mais rápido e econômico que os caminhões a diesel atuais. 

Tem quatro motores elétricos independentes, um para cada uma das suas rodas, uma transmissão que não requer mudança de marchas e um sistema de freios regenerativo, disse Musk. 

A autonomia do veículo é de 800 km, o suficiente para a maioria das rotas de caminhões, 80% delas de 400 km ou menos, segundo Musk. 

"O que significa que você pode ir e voltar sem ter que recarregá-lo", disse. 

Outra inovação é o desenho da cabine: o assento do motorista fica no centro, em vez de em um dos lados, mais perto do para-brisa panorâmico, onde ele pode ter uma visão melhor do caminho. 

Além disso, o interior tem espaço suficiente para ficar em pé e caminhar. 

De acordo com Musk, operar um caminhão tradicional custará 20% a mais que um Tesla, e a experiência para o motorista "será muito melhor" com este último. 

fonte:http://www.jornalfloripa.com.br

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publicado por adm | Sábado, 18 Novembro , 2017, 15:32

Dentro do plano da General Motors de ter 20 modelos elétricos até 2023, a empresa americana revelou que prepara dois crossovers elétricos baseados no Chevrolet Bolt. O monovolume é atualmente o único carro 100% elétrico feito pela montadora nos EUA.

Para a GM, as palavras de ordem são: “zero acidentes, zero mortes e zero congestionamento”, focando tanto em carros elétricos quanto em condução autônoma. Até 2020, a empresa quer ter três modelos elétricos novos, sendo que dois deles serão crossovers, conforme anunciado pela CEO Mary Barra, em conferência na cidade de Nova Iorque.

Estes dois modelos serão baseados no Chevrolet Bolt atual. Desde o início, ficou claro que a minivan da GM teria capacidade para originar outros produtos, em especial os utilitários esportivos, que são a bola da vez da indústria automotiva mundial.

fonte:https://www.noticiasautomotivas.com.br/

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publicado por adm | Sábado, 18 Novembro , 2017, 15:29

Em tempos de crise relacionada a combustíveis fósseis, veículos de energia limpa ficam cada vez mais atrativos, apesar do preço. No DF, já existem pontos para recarga

O futuro já circula em cima de quatro rodas pelas ruas de Brasília. Silenciosos, modernos e sustentáveis, os carros elétricos são uma alternativa  para reduzir a emissão de gás carbônico produzido pelos veículos movidos à combustão. Em meio às notícias de crescimento populacional; aumento no valor dos combustíveis; e da frota de veículos, o modelo elétrico é uma alternativa para reduzir os danos ao meio ambiente.

Pensando nisso, o arquiteto Rogério Markiewicz, membro da Associação Brasileira dos Proprietários de Veículos Elétricos Inovadores (Abravei), optou pelo veículo sustentável há 13 meses. Ele é priorietário de uma BMW I3 100% elétrica. Em um aplicativo no celular, que conta a economia na emissão de poluentes, Rogério mostra que economizou 1,5 tonelada de CO² em pouco mais de 10 mil quilômetros rodados.
 
Além de não emitir gás, o carro também se propõe a ser um modelo ambientalmente mais correto por outros quesitos. Rogério diz que pelo menos 95% do automóvel é feito de material reciclável. “O banco é de tecido de garrafa pet, as portas são de fibra, o tecido é fibra natural”, diz.
 
Um dos entraves para a popularização dos carros elétricos é o preço.  Alguns automóveis chegam a custar R$ 200 mil. No DF, o s mais comuns são os veículos híbridos e o híbrido plug-in (Leia em saiba mais). “O único empecilho ainda é o preço. Infelizmente, eles ainda não fazem nos modelos de carros baratos por causa dos impostos. Mas temos que incentivar e popularizar. Não é o futuro, é o presente”, opinou.
 
Rogério estima que a autonomia do carro chega a 160km. Para ele, isso significa rodar por dois dias. Depois disso, ele faz a recarga na tomada convencional de casa. “É como um celular”, explicou. Ele dorme, e deixa o veículo plugado na tomada. No dia seguinte, o “tanque” está cheio e ele pode usar pelo mesmo período. “Às vezes recarrega enquanto durmo, outras, enquanto faço compras, ou vou ao cinema. Eu não gasto tempo nenhum, diferente de quem tem que ir ao posto de gasolina, por exemplo”, afirmou.
 
Em uma tomada comum, o veículo pode estar pronto para uso em até 9h. Em um ponto de recarga semirrápida (encontrado em vias públicas), este tempo pode ser reduzido para 3h. Mas, em um carregador mais potente, 20 minutos bastam. “Infelizmente, este último ainda não existe em Brasília. Mas o semirrápido pode ser encontrado em frente ao Ministério de Minas e Energia, em alguns shoppings, no Lago Sul e no Centro de Eventos e Convenções Brasil 21”, ensina Rogério.
 
Apesar de o custo de aquisição ainda ser maior do que o dos veículos convencionais, gasta-se menos com manutenção. Como não há peças essenciais em carros movidos à combustão, como vela, correias e óleo, os problemas são reduzidos. “Na revisão de 10 mil quilômetros que eu fiz, tivemos que trocar apenas o filtro do ar- condicionado. Mas, antes, eu gastava R$ 700 por mês com combustível. Hoje, eu gasto apenas R$ 40 a mais de energia”, concluiu Rogério.
 
Segundo a Associação Brasileira dos Proprietários de Veículos Elétricos Inovadores (Abravei), os transportes são responsáveis por 46% das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE). A Abravei não tem estimativas de quantos veículos 100% elétricos circulam pelo DF. No Brasil inteiro, o número não passa de 500.


Legislação 

Brasília é pioneira no incentivo às vagas para veículos elétricos. Na minuta de decreto que regulamenta o novo Código de Obras do DF (COE-DF), protocolada na Câmara Distrital em junho deste ano, há um trecho que diz: “para estacionamentos e garagens privados, com mais de 200 vagas, 0,5% delas devem ter ponto de recarga para automóveis elétricos e híbridos”.
 
Além de Brasília, alguns estados já estão elaborando políticas de incentivo, como é o caso de São Paulo. Lá, os carros elétricos e híbridos não entram no rodízio, por exemplo. Fora isso, há um decreto que concede  desconto de 50% no Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) para esses carros.
 

Saiba mais

Carros híbridos: São carros econômicos e que poluem menos o ambiente, por causa de uma bateria que oferece força ao carro. O problema é que grande parte da energia elétrica do veículo híbrido usa a força da combustão da gasolina.
 
Carros híbridos plug-in: o motor do veículo é elétrico e pode ser recarregado em uma tomada convencional de casa. Eles só passam a gastar gasolina, quando a bateria do veículo acaba.
Totalmente elétricos: todo veículo movido por um motor elétrico em que as correntes são fornecidas por uma bateria recarregável ou por outros dispositivos portáteis de armazenamento de energia elétrica.


Curiosidades

» De acordo com a última atualização do levantamento realizado pela Agência Internacional de Energia AIE1, ao final de 2015, a frota mundial de veículos elétricos plug-in passava de 1,26 milhão de veículos em todo o mundo. Em estudo publicado pela Agência Internacional de Energias Renováveis AIER2, em fevereiro deste ano, a estimativa é que esse número já tenha alcançado 2 milhões.
 
» Há 260 fabricantes de veículos elétricos espalhados pelo mundo.
 
»  Em 1º de junho de 2016, ocorreu uma audiência pública no Senado Federal para discutir uma PLC que estabelece a obrigatoriedade de as distribuidoras instalarem pontos de recargas em vias públicas. Além disso, há mais dois projetos em tramitação: o PL 3.895/12, que aborda a atividade de revenda varejista de eletricidade para abastecimento do veículo. E o PLS 174/14, que suspende, por 10 anos, o Imposto de Importação (II) e o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), na importação direta de partes e acessórios sem similar nacional destinados à fabricação de veículos elétricos.
fonte:http://www.correiobraziliense.com.br/a

publicado por adm | Sábado, 18 Novembro , 2017, 15:28

A Fisker foi fundada por um ex-consultor da Tesla, Henrik Fisker, e acaba de anunciar o registo de uma patente para uma bateria para carros elétricos, com autonomia de 800 quilómetros e que se carrega num minuto.

É uma promessa que promete revolucionar o segmento dos carros elétricos: baterias que conseguem dar uma autonomia de até 800 quilómetros e que podem ser recarregadas em menos de 60 segundos. Recorde-se que o Model S 100D, da Tesla, consegue andar cerca de 540 quilómetros e que a bateria demora cerca de meia hora a recarregar numa das estações Supercharger da empresa.

As baterias solid-state prometidas pela Fisker só devem estar prontas para produção em série em 2023, pelo que os primeiros carros a usar esta tecnologia ainda devem demorar alguns anos a chegar. A Fisker alega que este tipo de baterias é mais capaz de armazenar energia e permite carregamentos mais rápidos face às tradicionais baterias de iões de lítio, dizendo ainda que podem ser usadas em tudo desde smartphones a carros.

O feito de uma maior autonomia e menos tempo de carga é possível porque a equipa conseguiu ultrapassar alguns dos desafios já conhecidos desta tecnologia: baixa densidade de corrente e funcionalidade limitada em ambientes de temperaturas extremas, noticia o Mashable.

A empresa explica ainda que está a trabalhar em diversas frentes com parceiros para integrar este tipo de baterias, não descartando o potencial desta novidade poder aparecer em outros equipamentos que não veículos muito antes de 2023-

O primeiro veículo da Fisker é o EMotion, um sedan que deve ser apresentado na CES, em janeiro.

fonte:http://exameinformatica.sapo.pt/n

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publicado por adm | Terça-feira, 14 Novembro , 2017, 19:52

Nada mais lógico e natural. O recente pronunciamento de Herbert Diess, em entrevista para o site britânico Autocar, reforça aqui que já se suspeitava, o Fusca pode vir num futuro não muito distante como um modelo 100% elétrico. Segundo o presidente da Volkswagen, disse: “A próxima decisão sobre carros elétricos será o tipo de conceitos emocionais que precisamos”.

Para Diess, o termo “emocional” se refere aos clássicos do passado, que marcaram a história da Volkswagen e de gerações de fãs. No centro de todos eles, é claro, está o Käfer, ou melhor, o Beetle. Se você já havia percebido o movimento da marca nessa direção, saiba que ele será muito mais amplo do que se imagina, visto que o CEO se referiu não só ao Fusca, mas também ao Buggy e outros carros abertos, sendo a publicação inglesa citando até o militar Kübelwagen.

Se voltarmos ao álbum de recordações da VW, logicamente este terá uma longa lista de opções de elétricos. E isso não será necessariamente um problema, dado que a partir da plataforma modular MEB, feita apenas para elétricos, o limite será a imaginação e o saudosismo dos designers. Diess afirmou: “Se quisermos fazer um Beetle, eletricamente seria muito melhor do que o modelo de hoje, muito mais próximo da história, porque poderia ter tração traseira”.

fonte:_https://www.noticiasautomotivas.com.br/


publicado por adm | Terça-feira, 14 Novembro , 2017, 19:51

O primeiro parque de supercarregadores Tesla, que permitem carregar as baterias dos Model S e X a uma potência máxima de 120 kW, está a ser instalado em Fátima, numa zona próxima da A1. É constituído por oito carregadores.

Tudo indica que desta vez a Tesla vai cumprir a promessa de ter supercarregadores em Portugal até ao final do ano. De acordo com a informação divulgada pela UVE, o primeiro parque de oito supercarregadores Tesla está em fase adiantada de construção na zona de Fátima, a cerca de 2,5 km da saída 8 da A1, a autoestrada que liga Lisboa ao Porto.

Os supercarregadores estão instalados num estacionamento privado (Residencial Floresta Fátima) e, de acordo com as imagens divulgadas, este parque é constituído por oito postos de carregamento rápido. Recorde-se que a rede Superchargers da Tesla é exclusiva desta marca, não podendo ser utilizada por outros veículos elétricos.

Estes postos de carregamento rápido permitem “atestar” as baterias dos Tesla em pouco tempo – 30 minutos de carga podem ser suficientes para aumentar a autonomia em quase 300 km. Os Tesla adquiridos antes do início deste ano têm acesso gratuito ilimitado a estes carregadores. Os carros vendidos desde janeiro de 2017 podem continuar a usar a rede da Tesla, mas os carregamentos grátis foram limitados a um total de 400 kWh por ano. Uma capacidade que, segundo a Tesla, dá para “cerca de 1600 km”. Depois de ultrapassado este máximo, a Tesla passa a cobrar «um valor simbólico». No site da Tesla ainda não é indicado qual será o valor cobrado em Portugal, mas em Espanha a Tesla cobra 24 cêntimos de Euro por cada kWh, um valor que coloca este tipo de carregamento muito abaixo do equivalente a gasolina ou gasóleo.

De acordo com as informações disponíveis no mapa de carregadores da Tesla, estão previstas sete estações de supercarregadores em Portugal: três até ao final deste ano (Fátima, Estremoz e Castro Verde) e as restantes quatro até ao final de 2018 (Braga, Vila Real, Guarda e Faro).

 

fonte:http://exameinformatica.sapo.pt/l

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publicado por adm | Terça-feira, 14 Novembro , 2017, 19:49

Lamborghini Terzo Millennio

 

Os carros da próxima geração Lamborghini poderiam funcionar com suas próprias baterias superpoderosas e ser capazes de se reparar sozinhos.

A Automobili Lamborghini apresentou seu conceito chamado de Terzo Millennio (“terceiro milênio”) na conferência EmTech em Cambridge, Massachusetts, nos EUA, na segunda-feira. O carro é o resultado dos primeiros 12 meses de uma parceria de três anos entre a fabricante de carros e o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês).

Fiel à tradição da Lamborghini, o carro tem um design aerodinâmico e os famosos faróis traseiros com forma de Y da marca. O para-brisa parece ir do teto do carro quase até os dedos dos pés do motorista e a carroceria é tão baixa que até parece uma extensão da estrada.

Mas os aspectos mais notáveis do carro são invisíveis — e não apenas porque eles ainda não existem.

A Lamborghini planeja criar supercapacitores capazes de fornecer a energia rápida e intensa necessária para alimentar um supercarro — e fabricar modelos totalmente elétricos. As baterias de íon-lítio dos carros elétricos atuais liberam energia mais lentamente e se esgotam após várias cargas porque dependem de reações químicas.

Os supercapacitores armazenam energia fisicamente e não geram o calor dos íons-lítio, porém ainda não liberam tanta energia. Atualmente, a tecnologia é usada em veículos híbridos, mas para funções limitadas, como a reativação dos motores.

Inovação

A Lamborghini também pretende fabricar os supercapacitores com painéis de fibra de carbono que podem ser usados para fabricar a carroceria do carro — de modo que o Terzo Millennio extrai energia de sua própria carroceria. Em outras palavras: o automóvel em si é a bateria.

Além disso, o conceito promete um carro que será capaz de monitorar continuamente a condição de sua própria estrutura, detectando desgaste e estragos. Microcanais com “curas químicas” na carroceria de fibra de carbono repararão automaticamente pequenas fissuras que, caso contrário, se expandiriam.

Para finalizar, a empresa deslocará os motores elétricos para as rodas, eliminando a necessidade de um motor grande.

“Para o nosso departamento de pesquisa e desenvolvimento, colaborar com o MIT é uma oportunidade excepcional para fazer o que a Lamborghini sempre fez muito bem — reescrever as regras dos supercarros esportivos”, disse Stefano Domenicali, presidente e CEO da Automobili Lamborghini.

A Lamborghini foi criada na década de 1960 em Sant’Agata Bolognese, Itália, quando Ferruccio Lamborghini, fabricante de tratores que tinha se tornado um rico industrial, decidiu que queria superar a Ferrari. Hoje, a empresa faz parte do Volkswagen Group e o preço inicial de seus carros é de cerca de US$ 200.000.

Não há orientação de preços nem prazos para o Terzo Millennio — um modelo de produção só estará disponível daqui a muitos anos, se chegar a essa etapa. Mas, na verdade, a acessibilidade não é um conceito que a Lamborghini esteja preocupada em explorar.

fonte:https://exame.abril.com.br/t


publicado por adm | Terça-feira, 14 Novembro , 2017, 19:48
Joint venture incluiu as montadoras BMW, Daimler e Volkswagen. Divisão chamada Ionity desenvolverá e instalará rede de recarga em toda a Europa
 

Foto: Divulgação Ford

As montadoras Ford, BMW, Daimler e Volkswagen, incluindo as marcas Audi e Porsche, anunciaram nesta terça-feira (07) a formação de uma joint venture para desenvolver e instalar uma rede de recarga de veículos elétricos em toda a Europa.

Batizada de Ionity, a divisão prevê  a abertura de cerca de 400 estações de recarga de alta potência até 2020. Um dos objetivos é  facilitar as viagens de longa distância, um passo importante para a popularização dos veículos elétricos. 

A joint venture terá sede em Munique, Alemanha, e será liderada pelo diretor-presidente Michael Hajesch e pelo diretor de operações Marcus Groll, com uma equipe que deve chegar a 50 pessoas até o início de 2018. Os sócios fundadores têm partes iguais na joint venture e outros fabricantes de automóveis são convidados para a expansão da rede. 

“A primeira rede de recarga elétrica de alta potência pan-europeia tem um papel essencial na viabilização do mercado de veículos elétricos. A Ionity atende o nosso objetivo comum de oferecer aos clientes carga rápida e pagamento digital para facilitar as viagens de longa distância”, disse Hajesch, em comunicado à imprensa.

Segundo informações divulgadas pela Ford, um total de 20 estações serão inauguradas já em 2017. Elas estarão nas principais estradas da Alemanha, Noruega e Áustria, em intervalos de 120 km. Em 2018, a rede será ampliada para mais de 100 estações.

Com capacidade de até 350 kW por ponto, a rede vai usar o padrão europeu de carregamento chamado “Combined Charging System”, reduzindo significativamente o tempo de recarga comparado aos sistemas atuais. A expectativa é que o seu conceito multimarca e a distribuição em toda a Europa impulsionem a adoção dos veículos elétricos.

fonte:http://idgnow.com.br/m

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publicado por adm | Terça-feira, 14 Novembro , 2017, 19:46

O caminho entre as cidades norueguesas de Oslo e Lillehammer será uma demonstração do futuro com postos de gasolina high tech

Uma parada em uma rodovia norueguesa em meio a campos entre Oslo e a cidade olímpica de Lillehammer em breve dará uma ideia do futuro da indústria global de postos de gasolina.

No Circle K de Dal, a 55 quilômetros ao norte da capital, os proprietários da próxima geração de carros elétricos poderão, dentro de alguns meses, recarregar a bateria em apenas 10 minutos — cerca de um terço do tempo atual. Enquanto esperam, os motoristas poderão entrar e devorar um burrito feito sob encomenda e outros itens de alimentação normalmente não encontrados em lojas de conveniência de postos de gasolina.

Os novos serviços de energia e alimentação são dois dentre os vários projetos-piloto na Noruega da proprietária da Circle K, a Alimentation Couche-Tard, uma empresa canadense de lojas de conveniência que ganhou uma base europeia em 2012 com a aquisição do braço de varejo da Statoil. A Couche-Tard está usando o país nórdico como campo de teste para definir a resposta à expansão dos veículos elétricos.

“Esta é uma tendência que continuará crescendo, por isso o importante para nós é transformar-nos com o mercado, como fizemos muitas e muitas vezes ao longo dos últimos 100 anos”, disse Jacob Schram, chefe das operações europeias da Couche-Tard, em entrevista.

A crescente popularidade global dos carros elétricos ecológicos, estimulada por incentivos governamentais e pela queda dos preços, ameaça a relação básica entre os postos de gasolina e os motoristas, que agora têm várias opções para recarregar baterias. Para manter a fidelidade dos clientes na Noruega, onde os veículos elétricos atualmente representam quase 30 por cento das novas vendas, a Circle K planeja até mesmo uma incursão nas estações de recarga residenciais em 2018.

“Devemos transformar muito mais, a começar pela expectativa de que o cliente venha até nós, ao posto”, disse Schram. “Talvez devêssemos começar a ir até ele.”

Segundo Schram, 60 por cento a 70 por cento das recargas de modelos plug-in ocorrem em casa, 20 por cento a 30 por cento no trabalho e em espaços públicos e apenas 10 por cento em postos de gasolina. O fenômeno está forçando os varejistas a melhorarem seu jogo.

Na unidade da Circle K em Dal, o novo supercarregador faz parte do impulso europeu financiado por um grupo de fabricantes de veículos que inclui a BMW e a Ford Motor. A Circle K é a parceira do norte da Europa, com 60 postos planejados para sete países — 20 só na Noruega — e espaços para seis carros por estação de recarga. A empresa de varejo receberá aluguel das fabricantes de veículos e uma participação na receita, segundo Schram.

A experiência da Noruega está sendo acompanhada de perto pela Couche-Tard, que tem sede em Quebec. A empresa, que começou com uma loja de conveniência nos arredores de Montreal, em 1980, engoliu as rivais e construiu uma rede de mais de 12.000 lojas ao redor do globo, da Flórida à Letônia, e a maioria delas oferece combustível. O desempenho anêmico das ações da empresa neste ano — acumula alta de menos de 1 por cento após mais do que dobrar de valor desde o início de 2014 — reflete em parte os questionamentos dos investidores em relação às perspectivas de crescimento a longo prazo.

fonte:https://exame.abril.com.br/t


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