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Carros Electricos

Tudo sobre carros eléctricos, noticias, novidades, apresentações, artigos técnicos, esquemas técnicos, tecnologia, etc.

Tudo sobre carros eléctricos, noticias, novidades, apresentações, artigos técnicos, esquemas técnicos, tecnologia, etc.

Carros Electricos

27
Fev11

Carros eléctricos: Renault revela Kangoo Maxi Z.E.

adm

 

Versão longa do Kangoo Z.E. complementa gama de veículos eléctricos da Renault a partir do próximo Outono

 

A Renault anunciou o reforço da sua oferta de modelos eléctricos com o lançamento da versão longa do Kangoo Z.E., acrónimo para «Zero Emission», a partir do Outono de 2011. O Kangoo Maxi Z.E. estará disponível em versões de dois e cinco lugares, possuindo, em relação à versão curta, mais 400 mm na distância entre eixos, para um comprimento total de 4600 mm.

A versão de 2 lugares está vocacionada para o transporte de mercadorias, contando para isso um volume útil de 4 m3, um comprimento útil de carga de 2,2 m, e o mesmo equipamento presente no Kangoo Maxi de motor térmico.

Na configuração de 5 lugares, o Kangoo Maxi Z.E. possui bancos traseiros rebatíveis, permitindo quatro configurações possíveis, inclusive escamotear o banco traseiro no piso, alcançando uma área de carda de 3,4 m3.

 

Renault anuncia preço do Fluence eléctrico

Visualmente, os Kangoo Maxi Z.E. distinguem-se pelos logotipos cromados Z.E. na traseira e nas laterais. A ausência de escape e a presença de um bocal para a recarga são também traços distintivos.

Para fazer mover este Kangoo foi escolhido um motor eléctrico de 60 cv e 226 Nm, alimentado por uma bateria de iões de lítio colocada por baixo do piso, que lhe permite alcançar os 130 km/h de velocidade máxima. A autonomia anunciada é de 170 km. Esta é gerida através de um novo sistema, que informa o condutor do nível de carga e da autonomia restante em quilómetros.

Com lançamento agendado para o próximo mês de Outubro, o Kangoo Maxi Z.E. de dois lugares será proposto por 21.200 euros, valor sem IVA, e por 22.000 euros, no caso da versão Combi, de cinco lugares, valor também sem IVA. Esta versão poderá beneficiar do incentivo de 5000 euros atribuído pelo Estado, passando preço a ser de 22 060 euros, já com IVA e com o incentivo governamental. Em qualquer dos casos, a este valor acresce o aluguer mensal da bateria, que é de 72 euros, mais IVA.

fonte:http://www.autoportal.iol.pt/

27
Fev11

Peugeot entrega primeiro iOn e anuncia comercial eléctrico

adm

 

A Peugeot anunciou a entrega da primeira unidade do iOn comercializado em Portugal e revela a chegada de uma versão comercial deste eléctrico

O primeiro cliente da Peugeot foi a Europcar Portugal, que estreia as vendas portuguesas deste automóvel eléctrico da marca do leão. 

Também na mesma ocasião a Peugeot anunciou que, em Abril, chegará ao mercado luso uma variante comercial do iOn. O iOn Comercial é um veículo que permitirá fazer face às necessidades de alguns profissionais que, à semelhança dos clientes dos automóveis de passageiros, também poderão beneficiar das vantagens do automóvel eléctrico. O modelo, com 2 lugares, oferece um volume de carga de cerca de 1,1 m3 e uma carga útil de cerca de 330 kg. 

Esta versão possui uma grelha a meia altura para a protecção das mercadorias, assim como um tapete que reveste todo o piso de carga e uma cobertura para ocultar os objectos transportados.

fonte:http://news.automotor.xl.pt

25
Fev11

Carros eléctricos fazem volta ao mundo sem emissão de CO2

adm

Carros eléctricos da Austrália, Alemanha e Suíça terminaram na quinta-feira, em Genebra, uma volta ao mundo sem emissões de CO2. A viagem envolveu 188 dias de rotas por terra e mar e teve o apoio das Nações Unidas.

Seis meses depois de começar um percurso de 27 mil quilómetros, um triciclo australiano chamado Trev, uma scooter alemã e a motocicleta suíça Monotracer chegaram às instalações da ONU na cidade suíça.

A corrida Zero Race, que tinha por objectivo dar a volta ao mundo em 80 dias de condução efectiva, em alusão ao livro de Júlio Verne, foi organizada por um professor suíço, Louis Palmer, também conhecido por ter dado a volta ao mundo em 18 meses num táxi que funcionava com energia solar, há dois anos.

Cada carro, com uma autonomia eléctrica de 250 quilómetros, precisou de fazer paragens frequentes para recarregar as baterias.

Esta corrida simbólica fez uma paragem em Cancun (México), na cimeira da ONU sobre o clima, que ocorreu no fim de 2010, e cruzou depois a Europa, Rússia, China, Canadá e Estados Unidos. 

fonte:http://diariodigital.sapo.pt/

24
Fev11

Primeiro corredor Europeu para automóveis eléctricos é ibérico

adm

Porto e Vigo estarão unidas, a partir de Outubro, pelo primeiro corredor transfronteiriço para veículos eléctricos na União Europeia. O projecto Mobi2Grid é uma iniciativa do Centro para a Excelência e Inovação na Indústria Automóvel – CEIIA, de Portugal, e do Centro Tecnológico de la Automoción de Galicia – CTAG, da Galiza. 

A autoestrada A3 (em Portugal) terá oito postos de recarga rápida para veículos eléctricos, quatro em cada sentido, que se complementam com outras estações de recarga lenta na cidade espanhola. O projecto tem um orçamento inicial de 1,8 milhões de euros, para um prazo de execução de dois anos.

A instalação do Mobi2Grid será da responsabilidade de empresas portuguesas e galegas através de concursos públicos, sendo que o projecto está financiado a 70 por cento por fundos comunitários.

Com este projecto pretende-se que o Norte de Portugal e da Galiza sejam pioneiros na electromobilidade na Europa.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

23
Fev11

Autocarro eléctrico cem por cento português entra em fase de testes

adm

Saiu ontem da linha de produção e vai entrar na fase de testes o primeiro autocarro eléctrico concebido, desenvolvido e produzido em Portugal, o Caetano 2500 EL.

 

Tem baterias de lítio que chegam para 100 quilómetros e autonomia de oito a dez horas de utilização diária, para um percurso citadino típico. É um veículo destinado a segmentos de nicho, entre os quais se conta o dos autocarros de aeroporto, onde a empresa de Gaia já é líder, como lembrou o presidente da Salvador Caetano, José Ramos.

O primeiro-ministro, José Sócrates, reconheceu que não havia nenhuma razão para que os aeroportos nacionais não usassem apenas autocarros eléctricos nos seus circuitos, por "não fazerem barulho, porque não poluem o ambiente e porque permitem uma gestão mais eficiente". "O ideal seria que a energia eólica que é produzida à noite pudesse ser armazenada para abastecer estes autocarros", disse. 

Mas os outros reptos lançados por José Ramos na cerimónia a que compareceu uma vasta comitiva (entre governantes, autarcas, deputados e representantes da região) acabaram sem resposta. "A aquisição deste tipo de viaturas por parte das empresas de transportes urbanos será o maior reconhecimento para a nossa aposta e um incentivo ao consumo de produtos feitos em Portugal", exortou. Aos jornalistas, Fernanda Meneses, presidente do serviço de transportes colectivos portuenses (STCP), preferiu recordar que "a empresa já deu provas de que não é nada conservadora" e que actualmente já tem metade da sua frota a circular com as chamadas energias alternativas (gás natural). Por a frota ser jovem e por o momento ser de contenção nos investimentos, as encomendas à Caetano Bus serão, para já, moderadas. "Mas ficaremos atentos. E talvez quando estes veículos tiverem mais autonomia... ", admitiu. 

O novo autocarro, cujo projecto significou um investimento de quatro milhões de euros, deverá chegar ao mercado a 500 mil euros por unidade, baterias incluídas. Um investimento "demasiado elevado para uma aposta única do sector privado", recordou José Ramos. O aumento de produção deste veículo - a que estão afectos 100 funcionários da empresa - irá acontecer à medida do crescimento do próprio mercado. A empresa criou nos últimos dois anos um banco de horas, por altura das paragens da fábrica, e agora os colaboradores preparam-se para trabalhar dez horas diárias para dar resposta às encomendas.

fonte:http://economia.publico.pt/

22
Fev11

BMW i revoluciona carros elétricos

adm

Os veículos elétricos do construtor alemão serão produzidos com 

 

técnicas revolucionárias, que separam as áreas mecânicas do habitáculo onde vão os passageiros.

 

A submarca "BMW i" vai desenvolver os novos veículos elétricos do grupo automóvel alemão, seguindo um modelo de mobilidade sustentável, com "design" visionário, destinados ao segmento "premium". "São veículos totalmente novos, produzidos com técnicas inovadores, nascidos para a era da tração elétrica", explicou o administrador da BMW,  Ian Robertson.

O objetivo da marca é começar a vender estes novos carros dentro de dois anos. A submarca "BMW i" foi apresentada na segunda-feira, em Munique, na sede do construtor automóvel alemão.

Segundo Ian Robertson, responsável máximo pelas vendas e marketing da marca bávara, este nova submarca tem um logotipo diferente do clássico da BMW - foi aumentado por um circulo exterior azul.

i3 à venda em 2013

 

 

O primeiro veículo da submarca "BMW i" será um pequeno utilitário - o i3 - que comecará a ser comercializado a meio do ano de 2013, explicou Ian Robertson ao Expresso.

A "BMW i" também estará associada à oferta de um conjunto de novos serviços dirigidos aos proprietários dos novos veículos elétricos. Este novos serviços serão prestados por ferramentas que darão resposta às exigências dos clientes através de informação online.

BMW i Ventures arranca em Nova Iorque

 

 

Para este efeito, o grupo alemão criou uma sociedade em Nova Iorque - a "BMW i Ventures" - que concretizará um investimento total de 100 milhões de dólares destinado a desenvolver os novos serviços de mobilidade sustentável.

Este projeto começou em 2007, no âmbito do grupo de trabalho que a BMW então batizou como "i", e que desenvolveu soluções de mobilidade sustentável.

O "i3" nasceu como o projeto "Megacity Vehicle", que foi pensado para ser o primeiro carro elétrico da BMW movido exclusivamente a energia elétrica. "Este modelo foi concebido para ser o veículo ideal para deslocações urbanas", refere Ian Robertson.

i8 é desportivo híbrido

No mesmo sentido, o modelo "i8", que é um desportivo com elevado desempenho, nasceu no estudo com conceito "BMW Vision Efficient Dinamics". "Este modelo tem características diferentes pois é um híbrido, cujas baterias podem ser alimentadas por fichas de eletricidade, oferecendo a disponibilidade de motor de um desportivo, mas com consumos de combustível e emissões de um pequeno veículo", adiantou Ian Robertson.

Mas as novidades sobre estes novos veículos não se ficam por aqui. Também incluem as estruturas de construção destes carros. Klaus Draeger, responsável da BMW pelo desenvolvimento destes projetos apresentou o que a BMW designa como arquitetura "Life Drive".

Toda a parte das baterias e do motor está numa área com estrutura em alumínio e a restante área destinada aos passageiros é construída numa célula feita de um material compósito de fibra de carbono e plástico reforçado (designado por CFRP - Carbon Fiber Reinforced Plastic).

Estruturas leves

 

Klaus Draeger explica que estes veículos tem estruturas extremamente leves para poderem compensar o elevado peso das baterias. O objetivo é que o conjunto do carro se mantenha leve, o que possibilita um melhor desempenho aos motores elétricos, garantindo maior autonomia de utilização das baterias.

Tanto o "i3" como o "i8" serão fabricados na unidade da BMW em Leipzig, que para este efeito receberá um investimento de €400 milhões. "Até 2013 vamos crias 800 novos postos de trabalho na fábrica de Leipzig", refere Ian Robertson.

Outra novidade nestes modelos são as grandes sinergias de produção existentes entre os dois modelos, pois vão partilhar muitos componentes.

My City Way 

 

Quanto aos serviços associados, vão colocar a BMW em novas áreas de atividade, que agora serão aperfeiçoadas para poderem ser utilizadas de forma diferenciada por cada um dos utilizadores dos produtos premium da "MBW i".

Numa primeira fase, a BMW i Venture participa no projeto que lançará, nas principais cidades dos EUA e da Europa, os novos serviços online "My City Way". Serão os casos de Nova Iorque (com o "NYC Way"), ou Munique - sede mundial da BMW - que também terá um "Munchen Way", onde os condutores de modelos i3 poderão obter respostas a um diversificado leque de serviços urbanos urgentes, desde o parque de estacionamento que procuram enquanto conduzem ou a confirmação de uma mesa que rerem reservar no restaurante pretendido.

"Lisboa não está no grupo das cidades que vão arrancar com serviços 'My City Way', mas julgamos que a médio prazo também terá disponível soluções deste tipo", admitiu Ian Robertson ao Expresso.

fonte:http://aeiou.expresso.pt/

20
Fev11

Smart apresenta roadster eléctrico Forspeed

adm

 

Estudo de um roadster eléctrico que deverá inspirar os futuros modelos da smart, incluindo a nova geração Fortwo

 

A Smart divulgou as primeiras informações do Forspeed, um arrojado protótipo eléctrico que lembra o projecto Crossblade – roadster derivado do Fortwo -, antes da sua apresentação oficial, no Salão Automóvel de Genebra.

O Forspeed é um «concept car» cem por cento eléctrico, ou seja, «zero emissões», que deverá inspirar os futuros modelos da smart, incluindo a nova geração Fortwo, capaz de alcançar os 121 km/h de velocidade máxima, alimentado por um motor eléctrico com 40 cv (com overboost de 7cv) que, segundo a marca, permite uma autonomia de até 135 km.

Ostentando uma pintura branca, sinónimo da filosofia «zero emissões», o Forspeed conta com células solares nos deflectores que servem para alimentar os sistemas eléctricos a bordo. Num interior minimalista, destaque para dois painéis de instrumentos, um para condutor e outro para o… passageiro.

Os responsáveis da smart já adiantaram que o Forspeed não passa de um mero estudo e que, por isso, não chegará à produção em série, mas garantem que alguns elementos podem chegar à produção e inspirar a nova geração Fortwo, prevista para 2013.

fonte:http://www.autoportal.iol.pt/

20
Fev11

Rolls Royce confirma protótipo eléctrico para Genebra

adm

 

 

Protótipo eléctrico será baseado no Phantom e deverá antecipar um futuro modelo «verde» da luxuosa marca britânica

 

Nem a aristocrática Rolls Royce «escapa» ao impulso eléctrico… A marca britânica anunciou que irá apresentar, no Salão Automóvel de Genebra, um protótipo eléctrico, apelidado «120EX», baseado no Phantom, que deverá antecipar um futuro modelo «verde» da marca britânica.

O 120EX, também conhecido como «Phantom Experimental Electric», tem previsto iniciar uma digressão, com o objectivo de recolher dados de pesquisa que ajudarão a marca britânica na escolha da produção de transmissões alternativas, que percorrerá a Europa, o Médio Oriente, a Ásia e a América do Norte.

A iniciativa servirá também para “informar” os clientes da luxuosa marca britânica e conhecer a sua receptividade sobre os planos de um futuro modelo «ecológico».

Torsten Müller-Ötvös, CEO da Rolls-Royce, afirma que tem de “estar convencido de que qualquer tipo de motorização alternativa que escolhamos no futuro tem de dar aos clientes uma autêntica experiência Rolls-Royce. Tem de ser uma tecnologia adequada aos nossos clientes e à nossa história, e que nos dê uma base forte para um futuro sustentável”.

A marca britânica promete revelar todos os detalhes, incluindo características técnicas, no próximo dia 1 de Março, horas antes da abertura das portas do Salão de Genebra.

fonte:http://www.autoportal.iol.pt/

17
Fev11

Só dois portugueses têm carro elétrico

adm

elevado custo (na ordem dos €35 mil para os modelos disponíveis) e as demoras nasentregas estão a afastar os portugueses dos carros movidos a eletricidade.

Moram em Lisboa os dois primeiros portugeses proprietários de carros elétricos. Canova Xavier e José Rapagão optaram, há poucas semanas, pelo Mitsubishi MIEV. Não oharam ao preço mas apenas ao prazar de dispôr de um carro elétrico para conduzir.

"Quero ser o mais independente possível das políticas energéticas e se puder abastecer o carro na minha própria casa, então é isso mesmo que vou passar a fazer", nota Canova Xavier. Diz que ter um carro elétrico não é um luxo mas uma atitude de intelência: "gasta menos que um carro a combustível, não emite dióxido de carbono e é super silencioso e muito fácil de conduzir".

Canova Xavier só não percebe porque é que ainda não recebeu o tão apregoado incentivo de €5 mil prometido pelo Governo.

Os dois proprietários de carros elétricos apenas os utilizam em trajetos urbanos, mas garantem estar agradavelmente surpreendidos com o desempenho dos respetivos automóveis.

Talvez ainda o saibam mas, a partir de abril, ambos vão poder fazer o trajeto, por autoestrada entre a Galiza e o Algarve nos seus carros elétricos. Porquê? Pela simples razão de que aquele percurso vai dispor de postos de carregamento rápido que permitirão o reabastecimento das baterias em cerca de 20 minutos.

O 'único' senão é que os carros disponíveis no mercado (Mitsubishi MIEV e Nissan Leaf - este ainda só para as empresas do consórcio Mobi.E) obrigam a paragens a cada 150/160 quilómetros. Ou seja, terão de ser feitas cinco paragens, gastando 1h40 só para reabastecimentos, a juntar ao tempo de condução propriamente dito, que varia consoante o condutor, mas que nunca será menos de seis horas. Resultado: esta viagem durará perto de 7h40.

A uma velocidade de 120 quilómetros por hora, um carro elétrico Nissan Leaf ou Mitsubishi MIEV gasta perto de €2 por cada cem quilómetros, em eletricidade, enquanto um carro a combustão pode gastar entre €6,6 (a diesel) a €10,6 (a gasolina).

A garantia da disponibilidade de postos de abastecimento rápidos é dada por João Dias, presidente da Mobi.E, entidade gestora do projeto da mobilidade elétrica em Portugal.

 

A5 dispõe do único posto de carregamento rápido da Europa

 

Outra das novidades avançadas por este responsável é que já existem atualmente 300 postos de abastecimento de energia para carros elétricos e que o objetivo que estava previsto até final deste ano (de 1300 postos) será atingido já em junho. A estes há ainda a juntar mais 50 de carregamento rápido. A estação de serviço de Oeiras, na A5, dispõe do único posto de carregamento rápido de toda a Europa. Além disso, o Norte de Portugal e a Galiza são o primeiro caso de uma euro-região transfronteiriça que dispõe de um corredor de mobilidade elétrica. Este projeto, que recebe a designação de "Mobi2Grid", foi desenvolvido pelo Centro para a Excelência e Inovação da Indústria Automóvel (CEIIA) e pelo Centro Tecnológico de Automoción de Galicia (CTAG) e dispõe de uma dotação orçamental de €1,8 milhões até 2012.

Nas autoestradas entre Porto e Vigo estão previstos oito postos de carregamentos rápidos, que asseguram cargas elétricas com duração de 20 minutos. Em Vigo também haverá postos de abastecimento dispersos pela via pública, tal como existem nas cidades portuguesas.

"Este projeto visa criar um modelo comum a várias regiões, ao contrário do que tem acontecido em várias cidades europeias que utilizam sistemas diferentes, que não são facilmente compatíveis entre utilizadores de diferentes cidades", refere José Rui Felizardo, presidente da Inteli, entidade que participa no projeto.

 

Carregamentos por cartão

 

Até junho os utilizadores de carros elétricos podem fazer carregamentos gratuitamente em qualquer um dos 300 postos existentes. "A partir daquele mês a eletricidade passará a ser paga de acordo com tarifas já definidas e a publicar muito em breve", informa João Dias.

Para tal, cada utente da rede deverá ter um cartão (tipo multibanco) através do qual pagará os carregamentos por transferência bancária. Além desta opção, naturalmente que cada pessoa pode efetuar carregamentos em casa, durante a noite, ou no local de trabalho durante o dia.

É isso que têm feito Pedro Pinheiro, responsável pelo desenvolvimento da área de negócio da mobilidade elétrica na Siemens Portugal, e a sua colega Susana Lobo, consultora na área das vendas.

Têm estado a utilizar um Nissan Leaf, que a Siemens tem em seu poder por ser uma das empresas do consórcio Mobi.E. Dizem maravilhas do novo carro, que consideram "silencioso, muito confortável e extremamente económico". Além disso, "também é uma satisfação sabermos que não estamos a poluir o ambiente. O único senão é que temos que andar sempre a controlar a autonomia da bateria. Mas, afinal, estamos perante um novo paradigma na condução e todos estamos a aprender com isso", conclui Pedro Pinheiro.

Sempre que chega à empresa, em Alfragide, nos arredores de Lisboa, aquele responsável da Siemens liga o carro à corrente e vai trabalhar. "Ao fim do dia está novamente carregado para mais 160 quilómetros".

 

Otimismo da Mobi.E

 

João Dias, responsável do projeto Mobi.E, está otimista quanto à adesão dos portugueses aos carros elétricos e lembra que a meta psicológica estabelecida pelo Governo aponta para que até 2020 Portugal disponha de 10% da sua frota automóvel movida a eletricidade.

O desenvolvimento e produção do carro elétrico português também dará um contributo à concretização dessa meta. O responsável da Inteli, José Felizardo, refere que o projeto do Mobi.Car não pode ser comparável ao trabalho de motorização elétrica de um chassis automóvel tradicional, que é o que faz a generalidade da indústria automóvel tradicional.

"O carro elétrico português - o Mobi.Car - está a evoluir muito depressa e o sector automóvel está atento ao seu desenvolvimento, porque marca uma alteração nos processos de produção tradicionais da indústria automóvel", sublinha José Felizardo. O centro de gravidade do Mobi.Car é bastante mais baixo que num carro convencional. E o tipo de juntas e soldaduras estruturais é diferente do que a indústria automóvel faz para os veículos com motor a combustão, o que decorre das especificidades da tração elétrica, explicam especialistas da Inteli.

"Os motores elétricos disponibilizam potência de uma forma diferente à dos motores a combustão, o que exige um novo sistema estrutural", explica José Felizardo. As novas técnicas de ligação de estruturas são o principal segredo dos veículos elétricos, alertam os especialistas da Inteli. Grandes grupos como a Daimler, com o Smart elétrico - Jorge Martins, da Martifer, já encomendou um -, estão nesta corrida, mas mesmo assim o Expresso sabe que os especialistas chineses em mobilidade elétrica têm estado atentos à tecnologia desenvolvida para o Mobi.Car.

 

P&R

 

Porque é que os carros elétricos ainda são tão caros?
Sobretudo devido ao custo das baterias de iões de lítio que, segundo alguns especialistas, representam perto de metade do custo do carro. Ou seja, num carro de €35 mil (como o Nissan Leaf ou o Mitsubishi MIEV), perto de €16 mil têm a ver com a bateria. Isto porque ainda estamos no início de uma nova tecnologia, muito pouco dominada e até algo experimental.

Quantas marcas já têm carros disponíveis para venda?
Nissan, Mitsubishi, Renault, Citroën, Smart, Peugeot, Mini e BMW. Destas só a Mitsubishi tem carros para entrega imediata em Portugal. A Citroën vai começar a entregar ainda este mês. As outras têm alguns em teste e estão a receber encomendas.

Portugal é uma referência internacional neste domínio?
É o único país com uma solução nacional para a mobilidade elétrica. Há várias cidades na Europa, EUA e Ásia com soluções à sua escala, mas nenhuma à dimensão do país. Nesse aspeto pode dizer-se que Portugal inovou e está a liderar. Também já está a exportar o conceito para vários países através da recém-criada Mobi.E Internacional.

Como é que posso informar-me sobre os pontos de carregamento?
Começam a estar visíveis um pouco por todas as principais cidades do país. Já há 300 mas, até junho, serão 1300, mais 50 de carregamento rápido (20 minutos). Há, no entanto, um site na Internet - www.mobie.pt - que lhe pode dar indicações mais pormenorizadas sobre os locais exatos onde se encontra cada um deles. Além dos postos públicos de carregamento, naturalmente pode proceder-se a essa tarefa em casa ou no local de trabalho, se se dispuser de infraestruturas para o efeito.

 

PRÓS E CONTRAS

 

+

Emissões zero Não emitem um único grama de dióxio de carbono para a atmosfera

Redução de custos Para percorrer 100 quilómetros um carro elétrico gasta quatro a cinco vez menos que um carro a combustão

Conforto Condução silenciosa, suave e sem embraiagem. Ideal para percursos urbanos

Manutenção Custos reduzidos pois, como não tem fluidos de motor, apenas precisa de verificar pneus e travões

-

Custo e autonomia Ainda são muito caros (na casa dos €30 mil) e garantem níveis de autonomia muito baixos, da ordem dos 150 quilómetros

fonte:http://aeiou.expresso.pt/s




 


15
Fev11

Toyota iQ eléctrico no Salão de Genebra

adm

 

Versão «cem por cento eléctrica» estará disponível em regime de leasing para alguns clientes seleccionados

 

A Toyota vai apresentar no Salão Automóvel de Genebra, nos primeiros dias de Março, o protótipo do iQ eléctrico. Esta versão «cem por cento eléctrica» do modelo compacto nipónico estará disponível a partir do próximo ano em regime de leasing para alguns clientes seleccionados no âmbito de um ambicioso programa de testes de estrada.

Antecipado pelo FT-EV II concept, apresentado no ano passado, no decorrer do Salão Automóvel de Tóquio, o iQ eléctrico conta com um motor eléctrico alimentado por um conjunto de baterias, colocadas por baixo do piso do automóvel, uma solução que permite manter inalterados os quatro lugares de lotação e a capacidade da bagageira.

A tomada para o carregamento das baterias encontra-se localizada no pára-choques dianteiro. Em relação a desempenho, a Toyota apenas adianta que o iQ EV tem uma autonomia superior a 100 km.

Também para 2012 está previsto o lançamento comercial do RAV4 eléctrico, desenvolvido em parceria com a norte-americana Tesla Motors, e do Prius Plug-in (de ligar à tomada), que se encontra actualmente em testes em vários pontos do mundo, incluindo cinco unidades nas estradas portugueses.

fonte:http://www.autoportal.iol.pt/

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