Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Carros Electricos

Tudo sobre carros eléctricos, noticias, novidades, apresentações, artigos técnicos, esquemas técnicos, tecnologia, etc.

Tudo sobre carros eléctricos, noticias, novidades, apresentações, artigos técnicos, esquemas técnicos, tecnologia, etc.

Carros Electricos

28
Out17

Toyota reconhece o carro elétrico sendo mais viável que hidrogênio

adm

Em entrevista à Reuters, Yoshikazu Tanaka, engenheiro-chefe do projeto Mirai, revelou: “Elon Musk está certo, é melhor recarregar um carro elétrico conectando-o diretamente à rede”. A afirmação, feita durante o Salão de Tóquio, surpreendeu. No entanto, o representante da Toyota rapidamente completou, dizendo que o hidrogênio também tem um lugar importante como alternativa ao uso da gasolina.

Se no Brasil, o debate é se o futuro será de híbrido flex ou carro puramente elétrico, em nível global, parece que a discussão terminou em relação ao hidrogênio. A citação atribuída à Elon Musk confirma o que o chefão da Tesla teria dito anteriormente, que a aposta no hidrogênio era “burra”. O bilionário sul-africano sempre defendeu que o meio mais viável como alternativa ao combustível derivado de petróleo era o carro elétrico.

Apesar da declaração de Musk, pesa contra o carro elétrico o tempo de recarga das baterias, cuja carga rápida no máximo é feita em 15 minutos, mas isso não confere uma autonomia plena, já que apenas 80% da capacidade é preenchida de forma muito rápida. No caso do hidrogênio, o reabastecimento necessita de meros 3 minutos para ser executada, dando plena autonomia ao veículo, que pode percorrer em média 500 km. A Hyundai, por exemplo, quer alcançar 800 km em cada abastecimento.

O problema do hidrogênio é sua obtenção e logística, muito mais cara que uma rede tradicional de pontos de recarga para carros elétricos. Além disso, a infraestrutura tem de ser muito cara e segura para manipulação do hidrogênio líquido. De qualquer forma, a Toyota acredita que ele também serve como alternativa, embora agora comece a mudar o tom com duas parcerias, ambas envolvendo a mesma empresa.

tesla-model-3-flagra-5 Toyota reconhece o carro elétrico sendo mais viável que hidrogênio

A primeira é nos EUA com a Mazda, que prevê uma grande planta de produção que deve fazer, entre outras coisas, carros elétricos para o mercado americano. A outra, no Japão, envolve também a conservadora Mazda, mas com a presença da Denso. O objetivo é o desenvolvimento de carros elétricos e baterias, embora a Toyota não tenha incluído o compartilhamento de sua bateria de estado sólido.

Pelo sim, pelo não, a Honda parece ter percebido que o hidrogênio tem ainda muito chão pela frente até se tornar economicamente viável e assim determinou que o projeto FCV, que virou o Clarity, tivesse também propulsão híbrida plug-in e elétrico, além das células de combustível. A Toyota seguiu apenas com esse último no Mirai, que já vendeu 4,3 mil unidades em todo o mundo.

Mas a questão do custo envolve no hidrogênio pode ganhar um impulso para sua redução através da China. A Toyota vê o país asiático como esperança para tornar o combustível mais popular. O governo de Pequim determinou como meta que se tenha em circulação uma frota de 20 mil carros e 10 mil unidades industriais ao ano no país até 2025. No entanto, no mesmo período, o país terá um mercado anual de 7 milhões de carros elétricos.

Na Nissan, ao invés de se apostar diretamente no hidrogênio, a montadora japonesa focou no etanol como reagente no processo químico para obtenção de eletricidade em combinação com o oxigênio, funcionando 100% com o derivado da cana ou com presença de até 55% de água. Se o hidrogênio parece o futuro para os mercados consolidados, aqui essa tecnologia parece ter sido desenvolvida quase que exclusivamente, dado o álcool ser um produto amplamente difundido no país.

[Fonte: Reuters]

28
Out17

A “e-factory”: como a Audi vai produzir os seus carros elétricos

adm

Foto: Audi

O primeiro modelo totalmente elétrico da Audi vai chegar já no próximo ano. É um SUV inédito e as suas linhas até já foram antecipadas por um protótipo, mas o que se conhece menos é o seu berço: uma fábrica exclusiva e, também ela, sem precedentes. Dá pelo nome de “e-factory” e fica em Bruxelas.

Foto: Audi

Antes da revolução na estrada, a transformação nos bastidores: o primeiro automóvel elétrico da Audi, um SUV com base no e-tron quattro concept e com lançamento marcado para o próximo ano, vai nascer numa fábrica exclusiva e inteiramente dedicada a este tipo de tecnologia. A marca chama-lhe “e-factory”, uma unidade que resulta de uma total reformulação da unidade industrial de Bruxelas, de onde, até há pouco tempo, saiam modelos como o A1.

Se há uma coisa que, desde já, a eletrificação trouxe para o mundo automóvel foi a visibilidade das suas unidades fabris. E o caso não será para menos porque estamos perante um mundo totalmente novo no plano da engenharia industrial:  os carros elétricos implicam linhas de produção completamente distintas, onde os propulsores elétricos tomam o lugar dos motores a combustão; onde as baterias destronam os “obsoletos” depósitos de combustível. Um universo no qual os funcionários ganham novas especializações.

Numa era em que o léxico do momento passou a contar com palavras-chave como “megafábrica”, a Audi parece não resistir à provocação: “ser o melhor não implica necessariamente ser o primeiro” – lê-se nas informações oficiais da marca sobre a sua “e-factory” de Bruxelas. Esclarecedor…

A e-factory vai começar a lançar as suas primeiras unidades em 2018, com o primeiro SUV elétrico de tração integral, e Bertram Günter, responsável pelo departamento de produção, explica que se trata de “uma missão totalmente nova” e mais ambiciosa do que uma convencional fábrica: “Estamos a transformar a unidade de Bruxelas num centro de competência para a mobilidade elétrica dentro do Grupo Audi”.

Foto: VW

E como se planifica isto tudo? Günter sublinha que a fábrica belga reúne características que fazem dela um local ideal para esta visão: “Vamos manter exatamente o mesmo número de trabalhadores que produziam o A1 em dois turnos. Como o SUV elétrico tem maior complexidade e conteúdo de fabricação que o A1, a força de produção continuará a operar na sua capacidade plena”.

Antes da produção do novo modelo, a mesma fábrica que se vai despedindo do A1, o qual foi transferido para outra unidade do grupo, prepara-se para receber a maior transformação da sua história. Os pisos superiores foram reforçados, a par de uma reestruturação total da linha de montagem. A cadeia convencional está a dar lugar a uma linha suspensa, repartida por mais de 150 estações de trabalho.

Bertram Günther explica que “a disposição dos edifícios é muito adequada. No pavilhão onde até hoje se encontrava a logística ficará toda a área de montagem das baterias, a cargo da Audi Toolmaking, que está já a preparar todo o equipamento necessário”. Christian Allmann, especialista de baterias da equipa de Günther, detalha: “Um dos novos aspetos do SUV elétrico é a integração total da bateria na estrutura do carro, o que se traduz num design com um grau extremamente elevado de segurança, bem como um tipo de precisão na montagem com o qual estamos a estabelecer novos padrões na indústria”. Para o projeto do SUV e-tron quattro, a Audi desenvolveu toda uma nova geração de tecnologias de produção, incluindo um inédito sistema de montagem automática das baterias nos apoios existentes na estrutura do veículo.

O e-tron quattro, recorde-se, vai adotar a plataforma MEB, a primeira concebida especificamente para carros elétricos. Toda a arquitetura foi concebida para acomodar motores compactos e baterias de elevado rendimento, as quais são desenhadas de forma plana e integradas ao longo do piso do veículo, permitindo libertar mais espaço no habitáculo e, ainda, um comportamento dinâmico mais eficiente.

Dois novos modelos

Foto: Audi

O Audi e-tron quattro iniciará a sua produção em 2018 e, de acordo com os primeiros dados tornados públicos, será alimentado por um conjunto de baterias de 95 kWh, com uma autonomia estimada em torno dos 500 km. A dinâmica é assegurada por três motores elétricos, um no eixo dianteiro e os outros dois no eixo posterior. A potência total anunciada é de 320 kW e o binário máximo poderá chegar aos 800 Nm, valores capazes de proporcionar uma aceleração de 0 a 100 km/h em 4,6 segundos e velocidade máxima de 210 km/h.

A gama totalmente elétrica da Audi conhecerá um novo impulso logo no ano seguinte: em 2019, a marca alemã irá lançar um modelo com base o concept e-tron Sportback, igualmente produzido na e-factory de Bruxelas. E se o primeiro aponta ao segmento dos SUV de topo, este dirige-se a uma classe igualmente aspiracional, combinando o mesmo estilo de SUV com as linhas de um gran turismo de quatro portas.

Com estes dois modelos, a Audi entra “pela porta grande” na era dos carros totalmente elétricos. A marca alemã quer, assim, aproveitar da melhor forma esta oportunidade tecnológica para vincar a sua identidade enquanto fabricante premium. E a oportunidade está aí para ser aproveitada, como referiu recentemente Marc Lichte, o responsável de design da marca: “Temos assistido ao lançamento de alguns modelos elétricos, nomeadamente de marcas que não estavam presentes no mercado, que replicam a estética dos automóveis a motor de combustão. Compreendo que isso tenha feito sentido no início, para não assustar os consumidores, mas chegou a hora de fazer algo de diferente”.

Foto: Audi

fonte:http://automonitor.pt/2

28
Out17

Volkswagen vai recriar clássicos como automóveis elétricos

adm

A Volkswagen pretende a sua nova plataforma de modelos elétricos para trazer de volta alguns dos seus modelos mais emblemáticos. A marca alemã já anunciou que o primeiro destes modelos vai ser o I.D. Buzz, que vai ser uma recriação moderna e ecológica da tradicional Transporter T1, também conhecida como “pão de forma”. Mas Herbert Diess, diretor-geral da VW, tem planos para construir mais modelos, trazendo de voltas nomes famosos.

 

Diess numa entrevista a uma revista americana que a plataforma de modelos elétricos é bastante flexível e que permite criar carros de tração à frente, atrás ou às quatro rodas. O primeiro nome avançado é o do Kübelwagen, um veículo militar cuja segunda geração (VW 181) foi vendida nos anos 60 e 70 como um modelo civil chamado Kurierwagen, Trekker ou Thing, conforme o mercado. Diess também avançou na possibilidade de criar um buggy.

Aqui, mostramos alguns dos modelos clássicos que gostávamos de ver transformados em modelos elétricos modernos, incluindo a carrinha Brasilia, o todo-o-terreno Iltis ou o coupé e descapotável Karmann Ghia. Todos eles foram baseados em tecnologia do Carocha, tal como a Transporter T1. Diess também acrescentou que “temos tantos carros que nem precisamos de fazer um Carocha”.

fonte:https://www.motor24.pt/

26
Out17

Daimler apresenta caminhão elétrico com autonomia de 350 quilômetros

adm
26/10/2017 às 11h54
 
 
Já conhece a nova extensão do TecnoblogBaixe Agora

Carros e ônibus elétricos estão ocupando as ruas aos poucos, mas não pense que os caminhões foram esquecidos: a Daimler AG aproveitou a edição 2017 da Tokyo Motor Show para apresentar o E-Fuso Vision One, caminhão totalmente elétrico que transporta 11 toneladas e percorre distâncias de até 350 quilômetros com uma única carga completa de bateria.

E-Fuso Vision One

O modelo está sob responsabilidade da divisão Mitsubishi Fuso Truck and Bus e pesa 23,36 toneladas. De acordo com a Daimler, as 11 toneladas de capacidade de carga estão apenas 1,8 tonelada abaixo da capacidade de um caminhão equivalente, mas com motor a diesel.

Para tanto, o E-Fuso Vision One foi equipado com uma bateria de 300 kWh — para efeitos de comparação, os carros da linha Tesla Model S têm baterias com até 100 kWh de capacidade. Como dá para perceber, é um caminhão adequado para médias distâncias. Trechos longos exigirão que o veículo seja recarregado durante o trajeto.

 

Não há previsão de lançamento do E-Fuso Vision One, afinal, o veículo é um conceito e precisa de uma infraestrutura adequada para rodar. Mas, com relação ao último ponto, a Daimler indica que o Japão e alguns países da Europa estarão aptos para suportar esse tipo de operação em poucos anos.

De todo modo, a Daimler já tem um caminhão elétrico disponível comercialmente: o eCanter, que aparece ao lado do E-Fuso Vision One nas imagens de divulgação. O veículo tem visual mais convencional, digamos assim, possui autonomia de até 120 quilômetros e pode transportar cerca de três toneladas de carga.

E-Fuso Vision One e eCanter

E-Fuso Vision One e eCanter

Pela autonomia e capacidade de carga, fica claro que o eCanter é destinado a rotas urbanas ou trajetos entre cidades próximas. As primeiras unidades do modelo já foram entregues para clientes norte-americanos, japoneses e europeus, incluindo a Yamato Transport (maior empresa de logística do Japão) e a UPS.

Esse é um segmento que deve ganhar bastante fôlego nos próximos meses. Só para dar alguns exemplos recentes, a Cummins revelou um conceito de caminhão elétrico em agosto. Já a Tesla deve apresentar o seu primeiro veículo do tipo na metade de novembro — o caminhão deveria ter sido anunciado neste mês, mas a companhia decidiu atrasar o evento em algumas semanas.

fonte:https://tecnoblog.net/

26
Out17

Toyota vai eliminar carros apenas a combustão em 2040

adm

Toyota anunciou na quinta-feira, 26, que vai eliminar de sua gama carros com motores puramente a combustão a partir de 2040. Com a iniciativa a empresa pretende reduzir em 90% as emissões de CO2 até 2050 na comparação com os números registrados em 2010. Anunciada no Salão do Automóvel de Tóquio, a meta converge com a estratégia de outras grandes montadoras, além de estar alinhada à legislação de países como França e Reino Unido, que já impuseram prazos para eliminar carros movidos apenas a gasolina ou a diesel. 

Apesar do projeto para os próximos anos, por enquanto a companhia é uma das que apresentou resultados menos consistentes na oferta de automóveis elétricos. Por outro lado, a empresa acumula anos de experiência com híbridos com o Prius. A estratégia da Toyota não é apostar apenas em motores elétricos a partir de 2040, apenas eliminar o powertrain exclusivamente a combustão. 

Segundo a montadora, a aposta é diversificar e oferecer uma gama de motores mais eficientes, incluindo híbridos, elétricos e célula de combustível, atendendo a diferentes demandas e legislações ao redor do mundo. No Brasil este esforço pode se traduzir em novas formar de usar o etanol, por exemplo. Há anos a empresa cita a possibilidade de desenvolver um automóvel híbrido com um motor flex e outro elétrico. 

DESENVOLVIMENTO DE BATERIAS DE ESTADO SÓLIDO 

A Toyota também anunciou que vai centralizar internamente o seu projeto de baterias de estado sólido para carros elétricos. A empresa pretende dar um salto com a tecnologia e oferecer carros com autonomia muito superior aos equipados com baterias de íons de lítio. A empresa promete ainda um componente mais leve e com recarga mais rápida, com abastecimento completo em poucos minutos. 

A companhia tem joint venture com a Mazda e com a Denso focada na arquitetura de carros elétricos. Ainda assim, quando se trata de baterias, o plano é manter projeto independente. A novidade ainda não tem data para chegar ao mercado, mas a expectativa é de que o primeiro carro com a tecnologia seja lançado no começo da próxima década.

fonte:http://www.automotivebusiness.com.br/

26
Out17

Quase mil carros elétricos vendidos em Portugal em oito meses

adm

Associação ambiental Zero defende que o Fundo Ambiental tenha uma maior quota de apoio em 2018, tendo em conta que a deste ano foi atingida em oito meses

Quase mil carros elétricos foram vendidos em Portugal até final de agosto, tendo sido atingida a quota de apoio do Fundo Ambiental, segundo divulgou hoje a associação ambiental Zero que sublinha as vantagens destes veículos.

Em comunicado, a Zero defende que o Fundo Ambiental tenha uma maior quota de apoio em 2018, tendo em conta que a deste ano foi atingida em oito meses.

Uma análise das emissões do ciclo de vida dos veículos, conduzida pela Universidade Vrije de Bruxelas para a Federação Europeia de Transportes e Ambiente (T&E), de que a Zero é membro, revela que “os automóveis elétricos emitem menos emissões de do que os carros a motor gasóleo”.

“Mesmo em países com a maior intensidade de gases de efeito estufa da geração de eletricidade – Polónia e Alemanha - o veículo elétrico funciona melhor durante o ciclo de vida (incluindo as emissões na fabricação da bateria e do veículo) do que o automóvel a gasóleo”, prossegue a Zero, em comunicado.

A T&E concluiu que “a revolução do veículo elétrico levará a um aumento acentuado da procura por metais críticos, mas as evidências mostram que não haverá restrições de oferta se houver investimentos em novas minas e processos. A indústria deve, no entanto, garantir que os minerais sejam obtidos de forma sustentável”.

Se toda a energia elétrica for proveniente de fontes renováveis, o impacte em termos de emissões de gases de efeito de estufa considerando o ciclo de vida dos automóveis elétricos será seis vezes e meia vezes menor por comparação com os veículos a gasóleo”, prossegue a Associação Sistema Terrestre Sustentável.

 

fonte:http://www.tvi24.iol.pt/

24
Out17

Toyota vai lançar modelo híbrido que utiliza etanol no Brasil

adm

A Toyota confirmou essa semana, através do presidente da empresa na América Latina e Caribe, Steve St. Angelo, que pretende lançar no mercado brasileiro um novo modelo híbrido. O principal diferencial deste é que o propulsor que deve funcionar junto com o motor elétrico será movido a etanol.

Toyota vai lançar modelo híbrido que utiliza etanol no Brasil

O principal objetivo dos modelos que contam com dois tipos de motores diferentes é aliar duas tecnologias diferentes em um mesmo modelo, sempre na expectativa de conseguir oferecer um carro que consegue um excelente desempenho com um menor consumo de combustível.

A Toyota está investindo pesado nos modelos híbridos, sendo que o Prius acabou se tornando uma verdadeira referência no setor.  Mas de acordo com as informações confirmadas pelo executivo da empresa, não será este o modelo que vai ser lançado no Brasil e que foi anunciado essa semana. A empresa ainda vai manter a informação guardada a sete chaves por mais algum tempo.

Mesmo assim, a empresa confirmou que os primeiros testes com o modelo deverão ser feitos em breve, e que o protótipo que deverá ser utilizado será justamente o Prius, para que este novo sistema de motor elétrico e motor com etanol seja testado de forma consistente.

Vale lembrar que, no Brasil, não existe nenhum híbrido que consiga rodar com etanol, uma vez que todos eles contam com motor elétrico e outro motor a gasolina. A Toyota afirmou que deve contar com alguns parceiros nacionais para o desenvolvimento deste projeto, incluindo representantes da indústria da cana-de-açúcar.

Mais etanol

Toyota vai lançar modelo híbrido que utiliza etanol no Brasil

De acordo com especialistas, o etanol deve começar a ser visto como uma das principais alternativas encontradas pelas montadoras para que consigam cumprir metas de eficiência energética e reduzir as emissões de poluentes na atmosfera, caso o Brasil venha seguir o que está sendo feito em outros países e criar políticas neste sentido.

Os planos das empresas da indústria automobilística em relação aos carros elétricos para o mercado brasileiro ainda são muito incipientes. As montadoras alegam dificuldades para produção de carros elétricos que possam ser encaixados no orçamento dos brasileiros, ao mesmo tempo que também encontram uma série de dificuldades logísticas que ainda não começaram a ser enfrentadas pelo governo.

fonte:https://salaodocarro.com.br/

24
Out17

Chevrolet testa carro elétrico no Brasil

adm

Empresa planeja liderança no segmento e tem meta de lançar 20 produtos elétricos no mundo em até cinco anos

O mercado de automóveis elétricos ainda engatinha no Brasil, mesmo assim a Chevrolet tem planos ousados para o futuro e inclusive já testa o seu modelo, o Bolt, em terras brasileiras. 

Chevrolet / divulgação
Modelo elétrico da Chevrolet, Bolt tem autonomia de 380 quilômetros com apenas uma carga completaChevrolet / divulgação

Uma das atrações do Salão do Automóvel de São Paulo no ano passado, o carro sustentável é o projeto mais ambicioso da GM: com ele, a marca quer implementar o plano "Zero crash, zero emissions, zero traffic" ("nenhum acidente, nenhuma emissão de poluentes, nenhum trânsito"). Ou seja: ele é elétrico, mas também é o carro mais seguro da fabricante e também funciona em modo autônomo. 

Segundo a marca, a autonomia das baterias de íons de lítio do Bolt é de cerca de 380 quilômetros, praticamente o dobro do que um elétrico "comum" atual alcança com uma só carga. Só que essa capacidade pode ser ampliada para até 450 quilômetros usando o modo "Low/One pedal".

O Bolt parece um carro automático, com dois pedais (acelerador e freio), além de borboletas atrás do volante. Mas, ao invés de trocar marchas (o Bolt não tem câmbio), essas alavancas permitem aumentar a força de frenagem do carro e, com isso, regenerar mais energia para as baterias. Assim, dá para dirigir só com o pedal do acelerador e ainda ganhar autonomia extra.

TERRENO PRONTO

Desde 2014, a GM já investiu R$ 13 bilhões em aportes para novas tecnologias no Brasil, incluindo a largada para a produção de motores turbo no país. Além disso, a GM garantiu estar disposta em fabricar tecnologias mais eficientes, como os carros elétricos, localmente.

A montadora norte-americana tem meta de lançar 20 produtos elétricos no mundo em cinco anos. O entendimento dos diretores da empresa é de que a tecnologia e a logística para vender a novidade já existem, no entanto há a necessidade de regras e incentivos por parte do governo.

fonte:https://gauchazh.clicrbs.com.br/

24
Out17

Tesla fecha negócio para construir fábrica na China

adm

Não há dúvida que os carros elétricos são o futuro e o Elon Musk, com a Tesla, pretende dar mais um passo para cumprir o seu plano que tem como objetivo último fazer do planeta Terra um lugar melhor.

A procura por carros elétricos tem crescido e para conseguir responder às encomendas a Tesla fechou negócio esta semana com o governo local de Shangai, para construir uma fábrica para produzir os veículos da marca.

Os detalhes do negócio

Normalmente, as empresas que desenvolvem os veículos formam parcerias com fabricantes locais. No entanto, este não é o caso da Tesla, a marca irá ter a sua própria fábrica. Isto significa que a marca de carros de Elon Musk será capaz de baixar os custos de produção e, em última instância, vender os carros mais baratos na China.

Os rumores acerca deste negócio entre a Tesla e Shangai já andavam a circular desde junho mas só mais tarde é que a Tesla confirmou que estava em conversações para construir uma fábrica em Shanghai.

Tesla CEO Elon Musk

Produzir os carros na China é importante para a Tesla

Quando a Tesla lançou o Model 3 este ano, a empresa tinha grandes planos para melhorar a velocidade de produção dos seus veículos para ser capaz de aumentar o número de entregas. No entanto, não foi bem isso que aconteceu e a marca tem tido grandes dificuldades para cumprir os prazos de entrega.

Possuir uma fábrica na China é um passo importante para a empresa de Elon Musk. Não é surpresa para ninguém que, em termos de produção tecnológica, a China é o país que mais se destaca a nível mundial. Para além disso, o país asiático possui o maior mercado de automóveis do mundo e tem mostrado uma estratégia bastante agressiva no que toca ao domínio do mercado dos carros elétricos.

Resolver o problema da velocidade de produção dos carros da Tesla tornou-se uma prioridade para Elon Musk. Tem planos ambiciosos para a sua empresa e espera, em breve, ser capaz de produzir e entregar 500 mil carros por ano. Sem dúvida que a China irá desempenhar um papel bastante importante para que Elon Musk seja capaz de cumprir o seu objetivo.

fonte:https://pplware.sapo.pt/

21
Out17

Reino Unido vai obrigar gasolineiras a ter pontos de carga elétricos

adm

Está a ser apresentada nas ilhas britânicas uma nova legislação destinada a acelerar a implementação de veículos elétricos e autónomos, onde é também novidade a especificação das responsabilidades no caso de acidentes com estes carros em piloto automático.

O Reino Unido prepara-se para obrigar os responsáveis dos maiores postos de abastecimento de combustível do país, bem como todas as áreas de serviço em autoestrada, a oferecer postos de carregamento de veículos híbridos de Plug-In e elétricos. Esta medida, a que se junta a expansão dos pontos de carga em ambiente urbano, pretende duplicar a rede de abastecimento para veículos de emissões 0 no país. Evitando projetos mais megalómanos, como a grande “eletrolineira” prevista para Espanha, esta é uma solução que poderá dar resposta a um dos grandes entraves aos veículos elétricos no Reino Unido, como em Portugal, e que é a escassa rede de abastecimento.

Estas medidas fazem parte da ‘Automated and Eletric Vehicles Bill’, que vai contar com um investimento de 1,35 mil milhões de euros para fomentar as indústrias de veículos elétricos e autónomos. Outro ponto importante desta lei passa pela definição de responsabilidades em caso de acidente com veículos não-tripulados. Em condições normais é a seguradora do veículo a assumir as culpas, mas existem duas exceções. Se o carro não tiver seguro, ou se o proprietário for negligente, alterando o software ou não instalando atualizações importantes, passa a ser ele a arcar com as despesas causadas por acidentes.

fonte:https://www.motor24.pt

Pág. 1/5

Mais sobre mim

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Segue-nos no Facebook

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2013
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2012
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2011
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2010
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D