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Carros Electricos

Tudo sobre carros eléctricos, noticias, novidades, apresentações, artigos técnicos, esquemas técnicos, tecnologia, etc.

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Carros Electricos

14
Nov17

Por que os carros da Tesla rodam mais do que os outros elétricos?

adm

Baterias de veículos da marca são mais eficientes do que as de outros modelos elétricos

Por que os carros da Tesla têm uma autonomia maior quando comparados a outros veículos elétricos? – Rômulo Serafim, Belo Horizonte (MG)

A resposta é simples: deve-se basicamente ao conjunto de baterias dos Tesla, que é maior e superior ao dos rivais. Enquanto o BMW i3 tem uma bateria com capacidade de 19 kWh e o Nissan Leaf usa uma de 24 kWh (capazes de rodar menos de 137 km), o Tesla Model S atualmente utiliza conjuntos de 75 kWh (442 km) ou 100 kWh (542 km), disponibilizados nas versões 75D e P100D, respectivamente.

Outra vantagem é que os Tesla são projetados do zero para serem elétricos: assim, a bateria ocupa o maior espaço possível no veículo, que não precisa compartilhar plataforma ou peças com carros convencionais, como ocorre nas montadoras tradicionais.

Ricardo Takahira, diretor da Associação Brasileira de Veículos Elétricos (ABVE), diz que, como ela é uma empresa 100% centrada no armazenamento de energia, está focada não só na fabricação de seus automóveis elétricos, mas também em peças para motores e transmissões para modelos elétricos de outras marcas, como Mercedes e Toyota, além de outros produtos que são base para as baterias.

Portas dianteiras são comuns e as traseiras só abrem se a lateral estiver livre

O nada discreto Model X também tem autonomia superiores aos outros elétricos (Divulgação/Tesla)

Assim, a companhia consegue reduzir custos e incorporar tecnologias de ponta com mais rapidez. Além disso, a aerodinâmica dos carros é exemplar: o Cx do Tesla S é de 0,24, contra cerca de 0,29 de Nissan Leaf e BMW i3.

Recentemente, a Tesla lançou a versão 100D, ampliando a autonomia do Model S dos 542 km da P100D para 564 km.

Foi com um deles que um grupo de proprietários italianos rodou mais de 1.000 km (1.078 km, para ser mais exato) sem recarregar as baterias.

Italianos rodaram 1.078 km com uma única carga no Model S (reprodução/Internet)

A façanha foi conquistada seguindo algumas técnicas para poupar autonomia, como trafegar a uma velocidade constante de 40 km/h e frear apenas em situações extremamente necessárias. Outro truque foi utilizar pneus de baixa resistência ao rolamento, dica dada pelo próprio Elon Musk em junho.

O recorde, aliás, já foi reconhecido pelo CEO da Tesla,  que parabenizou os italianos em sua conta no Twitter.

As fabricantes já investem pesado para ampliar a autonomia dos próximos carros elétricos – um dos fatores que afastam muita gente deste tipo de veículo.

Autonomia do novo Leaf passa dos 370 km (Divulgação/Nissan)

segunda geração do Nissan Leaf (cuja venda no Brasil foi confirmada durante o Salão de Tóquio) tem autonomia estimada em até 378 km sem recarregar.

Já o Chevrolet Bolt pode rodar até 383 km, mesmo utilizando uma bateria de apenas 60 kWh. Juntamente com o carro, o cliente leva um kit de recarga rápida que proporciona 145 km de autonomia em apenas 30 minutos plugado na tomada.

fonte:https://quatrorodas.abril.com.br/

14
Nov17

Procura de elétricos híbridos aumentou 106%

adm

Os dados são do Standvirtual, que registou entre janeiro e outubro de 2017 aumento de 106% nas pesquisas por carros elétricos e com propulsão híbrida face ao período homólogo do ano passado. 

Segundo aquela base online, o aumento da procura também coincide com o crescimento de anúncios de automóveis com aqueles tipos de propulsão. Os anúncios de automóveis elétricos e híbridos aumentaram 71% em relação a 2016. 

No Top5 das buscas daquela categoria de automóveis estão Peugeot 508 RXH, Citroen DS5 Hybrid, Renault Zoe, Nissan Leaf e BMW i3.

fonte:_http://www.abola.pt/

14
Nov17

Mobilis e Velfera prometem carros elétricos feitos em Santa Catarina

adm

O estado de Santa Catarina pode em breve ter dois fabricantes de carros elétricos em duas de suas cidades. A primeira dessas novas iniciativas que visam introduzir veículos movidos por energia no cenário nacional, tendo como base a região, é a Mobilis. Discretamente, a empresa sediada em Palhoça começou seu desenvolvimento na área e agora já conta um modelo desenvolvido localmente e batizado de Li.

O projeto já teria sido finalizado e no site da empresa, conta-se três versões para o Li: Trail, Comfort e Work. Esta última, com foco comercial. Semelhante a um buggy com capota e para-brisa bem curvado, o veículo mede 2,66 m de comprimento, 1,59 m de largura e 1,58 m de altura, tendo motor elétrico com duas opções de potência e velocidades máximas de 45 km/h ou 60 km/h. A autonomia das baterias de lítio é de 50 km e o tempo de recarga é de até seis horas.

Com 300 kg de carga útil, o Mobilis Li tem espaço para duas pessoas, podendo levar outras duas em configuração específica. Na versão Plus, o modelo ganha rodas de liga leve, sistema de recarga com tempo reduzido para três horas e sistema de som. Para ligar, o carrinho utiliza um aplicativo para que o usuário possa logar e assim fazer o veículo funcionar. Um app dedicado monitora a performance e outros dados do carro.

fonte:https://www.noticiasautomotivas.com.br/

14
Nov17

Continental considera produzir baterias de estado sólido

adm

Continental estuda a possibilidade de produzir baterias de estado sólido nos próximos anos. A tecnologia é vista como o próximo passo tecnológico para os carros elétricos, já que é mais leve, com recarga mais rápida e garante autonomia maior aos veículos. A informação é da agência Automotive News Europe. Segundo a publicação, a empresa já descartou a possibilidade de fabricar baterias de íons de lítio, usadas atualmente em carros elétricos.

Segundo a companhia, a indústria enfrenta atualmente problemas com o peso e o custo das baterias dos carros elétricos, coisas que devem ser resolvidas na nova geração de estado sólido. Se for adiante no projeto, a Continental poderá firmar parcerias para dividir os custos, que devem partir de € 3 bilhões para uma fábrica com capacidade produtiva para 500 mil baterias por ano. 

O plano seria instalar três plantas, uma em cada um nos maiores mercados consumidores: China, Europa e Estados Unidos. A produção começaria entre 2024 e 2025. O projeto da empresa poderia ter algum incentivo na União Europeia, que se empenha em atrair um fabricante do segmento, já que toda a produção está atualmente concentrada na Ásia.

fonte:http://www.automotivebusiness.com.br/

14
Nov17

Asfalto pode acelerar a recarga de baterias em até 20 vezes, diz estudo

adm

A utilização em massa de aparelhos eletrônicos portáteis tais como celulares, smartphones e tablets, e o crescente interesse das montadoras na fabricação de veículos elétricos (VEs) impulsionaram as pesquisas e o desenvolvimento de novas gerações de baterias. Mais leves e com capacidade de carga até três vezes maior do que os modelos mais antigos, as baterias de íon-lítio (Li-Ion) são mais as utilizadas atualmente e gastam cerca de duas horas para recarregar, seja em tablets ou smartphones. Porém, uma pesquisa da Universidade de Rice, em Houston (EUA), apontou que esse trabalho poderia ser feito em apenas cinco minutos.

Segundo o estudo, um toque de asfalto pode ser o segredo das baterias de lítio de alta capacidade, que recarregam de 10 a 20 vezes mais rápido que as baterias comerciais de íon-lítio. O químico Dr. James Tour desenvolveu ânodos com carbono poroso feito de asfalto que apresentaram estabilidade excepcional, após mais de 500 ciclos de carga-descarga.

Uma densidade de alta corrente de 20 miliamperes por centímetro quadrado demonstrou a promessa do material para uso em dispositivos recarregáveis que requerem alta densidade de potência. “A capacidade dessas baterias é enorme, mas o que é igualmente notável é que podemos levá-las de carga zero para carga total em cinco minutos, em vez das típicas duas horas ou mais necessárias com outras baterias”, disse Tour.

Vale ressaltar que o teste revelou outro benefício significativo: o carbono atenuou a formação de dendritos de lítio. Esses depósitos de musgos invadem o eletrólito de uma bateria e, caso consigam se propagar, provocam curto-circuito, podendo fazer com que as mesmas falhem, apaguem ou até mesmo explodam. Mas o carbono, derivado do asfalto, evita qualquer formação de dendritos.

Para exemplificar o tamanho desse mercado, existem hoje sete bilhões de habitantes no mundo e seis bilhões de celulares. Já no mercado automobilístico, as principais montadoras prometem aportes bilionários para produzir carros elétricos em massa até 2030, o que aumentará a demanda pelas baterias.

Se os altos custos de fabricação das baterias Li-Ion ainda são um dos maiores obstáculos para a expansão dos veículos elétricos, Tour afirma que este processo pode ser simplificado e, consequentemente, barateado com a utilização do asfalto. “Embora a capacidade de armazenamento do modelo anterior seja semelhante ao dessa nova bateria, o carbono derivado de asfalto pode absorver mais metal de lítio por unidade de área, e é muito mais simples e mais barato de se fazer”, disse o químico. “Não há nenhum passo de deposição de vapor químico, nenhum passo de deposição de feixes de elétrons e não é necessário desenvolver nanotubos a partir de grafeno, de modo que a fabricação seja bastante simplificada”.

fonte:http://experienceclub.com.br/a

14
Nov17

Vendas de carros elétricos da GM poderá atingir metas em 2019, diz diretor na China

adm

s joint ventures chinesas da General Motors poderão gerar volume suficiente de vendas de novos veículos elétricos (NEV, na sigla em inglês) para atender às cotas de produção chinesas até 2019 e sem a necessidade de comprar créditos, disse o diretor da GM China, Matt Tsien, nesta segunda-feira.

A China estabeleceu cotas de produção rigorosas para veículos elétricos que as montadoras devem atender até 2019, um movimento que está provocando uma enxurrada de negócios de carros elétricos e novos lançamentos de bateria elétrica e modelos híbridos, à medida que as montadoras chinesas competem para garantir que não ficarão para trás.

A GM produz veículos na China por meio de uma joint venture com a Saic, a maior fabricante de automóveis do país, além de um vínculo de três pontas com a Saic e o Guangxi Automobile Group, anteriormente conhecido como Wuling Motors.

Tsien, chefe da GM China desde 2014, disse que tanto a Saic-GM Corp e o acordo de três vias "estão trabalhando pelo menos para atender, se não exceder, os requisitos de mandato de crédito", sem dar mais detalhes.

A China divulgou oficialmente os requisitos de veículos elétricos para fabricantes de automóveis no final de setembro. Quando as cotas de carros "ecológicos" entrarem em vigor em 2019, as montadoras precisarão acumular créditos suficientes produzindo e vendendo veículos elétricos para atingir um limite equivalente a 10 por cento de suas vendas anuais. Essa meta aumentaria para 12 por cento em 2020.

Tsien disse que a GM começou bem com o carro à bateria elétrica lançado em julho. O automóvel, chamado Baojun E100, está passando por um estudo de viabilidade de venda direta e atualmente está disponível apenas na cidade de Liuzhou, no sul da China.

Em outubro, a montadora vendeu um total de 1.724 automóveis E100s, com um volume acumulado atingindo quase 4 mil unidades desde julho. O modelo tem preço base de 93,9 mil iuanes (14,1 mil dólares), mas é vendido por 35,8 mil iuanes com subsídios do governo.

"As vendas até agora atingiram em grande parte nossas expectativas, talvez até um pouco acima", disse Tsien. O carro é um dos três modelos elétricos movidos a bateria que a GM já possui na China. A montadora planeja lançar pelo menos mais sete NEVs no país até 2020.

fonte:https://extra.globo.com

01
Nov17

Panasonic diz que aumentará produção de fábrica de baterias para atender demandas da Tesla

adm

A Panasonic disse nesta terça-feira que a produção da fábrica de baterias de 5 bilhões de dólares, que opera em parceria com a montadora de veículos elétricos Tesla, pode aumentar em breve, uma vez que as causas que limitaram a produção foram compreendidas.

A Panasonic, maior fabricante de baterias de íons de lítio do mundo, produz as células de bateria que a Tesla utiliza para montar as baterias de seus carros.

 

A Tesla, no início deste mês, culpou os gargalos industriais por limitarem a produção trimestral de seu sedã popular Model 3 a 260 veículos, em vez de atingir sua meta de 1.500 unidades.

O presidente-executivo da Panasonic, Kazuhiro Tsuga, disse em um relatório de resultados que os atrasos na automação da linha de produção da bateria fizeram com que alguns estágios tivessem que ser concluídos manualmente.

"Este processo (para baterias) será em breve automatizado, e então o número de veículos a serem produzidos aumentará bruscamente", disse Tsuga. Ele não quis

Os comentários foram feitos quando a Panasonic afirmou nesta terça-feira que a demanda automotiva ajudou o lucro operacional de julho a setembro a subir 6 por cento, superando as estimativas dos analistas. A empresa manteve sua previsão de lucro de 335 bilhões de ienes (2,96 bilhões de dólares) para o ano fiscal que termina em março.

fonte:https://www.terra.com.br/

01
Nov17

Nissan confirma Leaf e Kicks hibrido para o Brasil em 2019

adm

A Nissan confirma que vai começar a vender tanto o Leaf quanto o Kicks híbridos no mercado brasileiro. De acordo com as informações que foram confirmadas pela companhia, as novidades devem começar a desembarcar por aqui em 2019. O modelo Leaf que deverá chegar por aqui será de segunda geração.

Nissan confirma Leaf e Kicks hibrido para o Brasil em 2019

As informações foram confirmadas pelos executivos da empresa durante a sua participação no Salão de Tóquio. A confirmação da atuação da Nissan no segmento de elétricos para o Brasil acontece apenas um mês depois que a GM também confirmou que pretende lançar elétricos no Brasil, com o seu Bolt.

A Nissan sabe do grande desafio que vai encontrar pela frente, uma vez que ainda não existem sinalizações de apoios mais efetivos de parte dos governos para que as montadoras consigam começar a vender carros com motores elétricos com um preço mais em conta. De acordo com o presidente da Nissan no Brasil, Marco Silva, a empresa quer se consagrar como líder de eletrificação e conectividade no país.

Ainda faltam algumas definições sobre os lançamentos destes modelos no mercado brasileiro. A montadora ainda não sabe, por exemplo, se vai investir na fabricação destes carros localmente (levando em consideração não apenas o Brasil mas também outros países do Mercosul). Mas os dirigentes afirmam que ficaria inviável investir neste tipo de nacionalização caso o governo não tenha uma política de incentivos.

Nissan confirma Leaf e Kicks hibrido para o Brasil em 2019

Mas a fabricação dos carros no Brasil não será fator decisivo para que os lançamentos dos modelos aconteçam por aqui. Tudo indica que as primeiras unidades do Leaf hibrido devem chegar ao mercado brasileiro através da importação.

Vale lembrar que, mesmo com todo o barulho que se faz ao redor da marca Tesla, o Leaf atualmente é considerado como o modelo elétrico mais popular do mundo. De acordo com os dados mais recentes divulgados pela montadora, já foram vendidas 280 mil unidades nos últimos 8 anos.

fonte:https://salaodocarro.com.br/

01
Nov17

Elétricos da Toyota poderão ter pneus sem ar

adm

A marca nipónica está neste momento à procura de soluções para reduzir o peso e aumentar a performance de modelos com bateria.

Toyota Motor está neste momento a investigar a possibilidade de adotar pneus sem ar, de forma a reduzir o peso e ao mesmo tempo aumentar a performance de modelos alimentados a bateria, sejam eles elétricos ou alimentados a pilha de combustível. O construtor nipónico tem a noção que ainda serão necessários mais alguns anos de desenvolvimento até que esta tecnologia possa estar ao serviço de modelos de estrada, contudo, segundo disse à Automotive News o engenheiro chefe da marca, Takao Sato, o uso de uma solução idêntica à do Fine-Comfort Ride concept (na imagem), apresentado no Salão de Tóquio deste ano, na semana passada, com um motor elétrico em cada roda, poderia compensar o peso acrescido dos modelos alimentado por baterias. Este tipo de pneus tem uma banda borracha a envolver um cubo de plástico e alumínio.

O japonês conta que o desenvolvimento desta tecnologia possa retirar cerca de 5 kg (cerca de 30%) em cada pneu até 2025.

A Sumitomo Rubber Industries está neste momento a testar esta solução em “kei cars” e carrinhos de golf no mercado japonês. Contudo, os fabricantes de automóveis estão particularmente atentos a este sistema, sobretudo para utilizar futuramente em pequenos carros elétricos. O responsável desta empresa acredita que será possível introduzir este pneu no mercado até 2020. Wako Iwamura sublinha que um dos obstáculos a ultrapassar é a resistência ao rolamento que neste tipo de pneu é 10 a 20% pior face a um pneu convencional.

Recorde-se que também a Michelin e a Bridgestone já apresentaram de pneus com estas caraterísticas, atualmente disponíveis para cortadores de relva, carrinhos de golf, máquinas de construção e UTV. Esta tecnologia parece, no entanto, ainda não ter convencido a maior parte dos construtores de automóveis de passageiros.

fonte:http://www.autohoje.com/

28
Out17

Toyota reconhece o carro elétrico sendo mais viável que hidrogênio

adm

Em entrevista à Reuters, Yoshikazu Tanaka, engenheiro-chefe do projeto Mirai, revelou: “Elon Musk está certo, é melhor recarregar um carro elétrico conectando-o diretamente à rede”. A afirmação, feita durante o Salão de Tóquio, surpreendeu. No entanto, o representante da Toyota rapidamente completou, dizendo que o hidrogênio também tem um lugar importante como alternativa ao uso da gasolina.

Se no Brasil, o debate é se o futuro será de híbrido flex ou carro puramente elétrico, em nível global, parece que a discussão terminou em relação ao hidrogênio. A citação atribuída à Elon Musk confirma o que o chefão da Tesla teria dito anteriormente, que a aposta no hidrogênio era “burra”. O bilionário sul-africano sempre defendeu que o meio mais viável como alternativa ao combustível derivado de petróleo era o carro elétrico.

Apesar da declaração de Musk, pesa contra o carro elétrico o tempo de recarga das baterias, cuja carga rápida no máximo é feita em 15 minutos, mas isso não confere uma autonomia plena, já que apenas 80% da capacidade é preenchida de forma muito rápida. No caso do hidrogênio, o reabastecimento necessita de meros 3 minutos para ser executada, dando plena autonomia ao veículo, que pode percorrer em média 500 km. A Hyundai, por exemplo, quer alcançar 800 km em cada abastecimento.

O problema do hidrogênio é sua obtenção e logística, muito mais cara que uma rede tradicional de pontos de recarga para carros elétricos. Além disso, a infraestrutura tem de ser muito cara e segura para manipulação do hidrogênio líquido. De qualquer forma, a Toyota acredita que ele também serve como alternativa, embora agora comece a mudar o tom com duas parcerias, ambas envolvendo a mesma empresa.

tesla-model-3-flagra-5 Toyota reconhece o carro elétrico sendo mais viável que hidrogênio

A primeira é nos EUA com a Mazda, que prevê uma grande planta de produção que deve fazer, entre outras coisas, carros elétricos para o mercado americano. A outra, no Japão, envolve também a conservadora Mazda, mas com a presença da Denso. O objetivo é o desenvolvimento de carros elétricos e baterias, embora a Toyota não tenha incluído o compartilhamento de sua bateria de estado sólido.

Pelo sim, pelo não, a Honda parece ter percebido que o hidrogênio tem ainda muito chão pela frente até se tornar economicamente viável e assim determinou que o projeto FCV, que virou o Clarity, tivesse também propulsão híbrida plug-in e elétrico, além das células de combustível. A Toyota seguiu apenas com esse último no Mirai, que já vendeu 4,3 mil unidades em todo o mundo.

Mas a questão do custo envolve no hidrogênio pode ganhar um impulso para sua redução através da China. A Toyota vê o país asiático como esperança para tornar o combustível mais popular. O governo de Pequim determinou como meta que se tenha em circulação uma frota de 20 mil carros e 10 mil unidades industriais ao ano no país até 2025. No entanto, no mesmo período, o país terá um mercado anual de 7 milhões de carros elétricos.

Na Nissan, ao invés de se apostar diretamente no hidrogênio, a montadora japonesa focou no etanol como reagente no processo químico para obtenção de eletricidade em combinação com o oxigênio, funcionando 100% com o derivado da cana ou com presença de até 55% de água. Se o hidrogênio parece o futuro para os mercados consolidados, aqui essa tecnologia parece ter sido desenvolvida quase que exclusivamente, dado o álcool ser um produto amplamente difundido no país.

[Fonte: Reuters]

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