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Carros Electricos

Tudo sobre carros eléctricos, noticias, novidades, apresentações, artigos técnicos, esquemas técnicos, tecnologia, etc.

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Carros Electricos

05
Out17

Todos os segredos do novo Leaf. Para além do carro

adm

A Nissan apresentou um Leaf cheio de novidades, mas revelou outros pormenores que explicam a sua visão de mobilidade e como o seu novo eléctrico vai tornar a vida mais fácil. E até poupar dinheiro.

Para a Nissan, o novo Leaf está longe de ser apenas um automóvel eléctrico, mesmo se é o que mais vende no mundo, desde que surgiu há sete anos atrás. Além dos trunfos do modelo, das características que o diferenciam da concorrência, cada vez mais cerrada, o construtor japonês prepara uma série de soluções para tornar a utilização do Leaf mais agradável e, mais do que isso, mais integrada no mundo em que vivemos. E que, no limite, até vão permitir ganhar algum dinheiro por ano. E não é pouco.

O chairman da Nissan Europe, Paul Willcox, não tem dúvidas em relação à vantagem da sua marca face à concorrência no domínio dos veículos eléctricos. “O primeiro Leaf foi alvo de um investimento de 5.000 milhões de euros, realizado numa altura em que poucos acreditavam nos eléctricos, de que já vendemos mais de 300.000 unidades, o que permitiu poupar cerca de 600 milhões de toneladas em emissões de CO2”, afirma. Sendo este argumento associado ao facto de os seus modelos terem percorrido mais quilómetros do que qualquer concorrente, o que, segundo Paul Willcox, confere à Nissan uma vantagem importante neste domínio.

“É chegada a altura da Nissan fornecer mais do que um automóvel eléctrico, e desenvolver uma série de sistemas que o tornem mais seguro e fácil de utilizar, sem que isso obrigue a pagar um preço mais elevado”, disse o chairman da Nissan Europe, acrescentando ainda que a marca nipónica se esforçou para integrar o veículo na sociedade actual, conhecendo as necessidades dos seus condutores e explorando as características de uma rede eléctrica, alimentada cada vez mais por energia alternativas não poluentes.

ProPilot para todos. E por menos de 1.000€

O responsável pelo desenvolvimento do sistema de condução autónoma e respectiva integração no Leaf confessou-nos que o ProPilot, para já, apenas funciona em auto-estradas e vias rápidas, e não tem ainda a capacidade de realizar ultrapassagens, pois não muda de faixa automaticamente. Mas, durante o próximo ano, vai surgir uma versão mais evoluída, que já será capaz de realizar esta manobra, sem intervenção do condutor.

Por razões legais, a Nissan não pode (nem qualquer outro construtor) permitir que quem se senta ao volante não lhe toque durante tempo indeterminado, pelo que o ProPilot vai pedir que, regularmente, o condutor dê prova de vida. Caso não o faça, o veículo começa por accionar o aviso sonoro, a que se segue uma travagem brusca. Se continuar a não haver reacção, o Leaf vai reduzir progressivamente velocidade, acabando por encostar na berma. Mas basta que o condutor toque no volante, volta e meia – ou ‘descanse’ uma das mãos, apoiando-se nele –, para que o Leaf consiga ir de Lisboa a Barcelona, sempre por auto-estrada, pois o ProPilot até é capaz de mudar de auto-estrada se a isso for ‘obrigado’ pelo sistema de navegação.

O mais interessante, do ponto de vista do consumidor, é que este sistema de condução autónoma foi concebido para ser acessível. Isto porque num veículo em que o preço é determinante, não faz sentido propor uma solução que os clientes possam achar interessante, mas por um valor que oscile entre os 5.000 e os 10.000€… Para tal, o sistema foi desenvolvido numa fórmula similar ao da Tesla, ou seja, recorrendo apenas a câmaras de vídeo de alta-resolução e a sensores – ou seja, sem os dispendiosos LIDAR –, com o único radar a destinar-se a medir a distância ao carro da frente.

A marca sublinha que foi realizado um grande esforço para que o valor do ProPilot não ultrapassasse os 1.000€. Isto já partindo do princípio que será utilizado noutros modelos da Nissan, bem como da Aliança, pelo que vamos vê-lo igualmente em modelos da Renault e da Mitsubishi.

Das baterias velhas fazer novas

As baterias do Leaf têm uma garantia de oito anos. Findo esse período, ainda possuem, em média, 70% da capacidade de carga. Mas, então, o que fazer com elas quando não assegurarem a desejada autonomia? A esta questão a Nissan responde com XStorage. Na prática, uma solução similar à Powerwall da Tesla, que se destina a armazenar a energia de quem, por exemplo, recorre a painéis fotovoltaicos para gerar a sua própria energia, seja em casa ou na empresa, com a Nissan a ter já instaladas mais de 1.000 unidades, prevendo atingir as 5.000 XStorage no primeiro trimestre do próximo ano e as 100.000 em 2020.

O objectivo é recarregar a bateria do XSotorage durante o dia, com ajuda da luz solar, para depois alimentar a casa a partir da energia acumulada – uma bateria de 40 kWh deverá satisfazer as necessidades de uma família de quatro pessoas, durante quatro dias –, sendo ainda capaz de recarregar as baterias do Leaf ao fim do dia, quando chega a casa. Tudo isto com custo zero, em termos de energia.

Segundo os responsáveis da Nissan, este fim para as baterias velhas é preferível ao da reciclagem, pois não só evita o dispêndio de energia na reconversão, como as emissões de CO2 que resultam no reaproveitamento dos materiais mais valiosos e na produção de novas.

Em Inglaterra, grande parte dos clientes dos XStorage usa os serviços da OVO Energy, uma empresa que fornece energia e gás e que foi eleita Fornecedor do Ano pelo terceiro ano consecutivo. O objectivo da OVO é encorajar os seus clientes a recorrerem às baterias do Leaf e do XStorage para normalizar os picos da rede nacional, carregando-as quando a energia abunda na rede e é barata, para depois a fornecer de volta, se não foi necessária, quando está em falta e é cara. De acordo com o responsável pela OVO, não só esta acção evita que o país tenha de recorrer tanto à geração de energia através do gás natural, derivados de petróleo e até a carvão, no caso do Reino Unido, como permite ainda que as famílias encaixem uma média de 700€ por ano, fruto do diferencial entre os valores de compra e venda de electricidade.

Coffee&Charge para dar e receber energia

Outras das novidades do Leaf tem a ver com o facto de o modelo estar equipado com um circuito de duplo sentido, o que significa que tanto pode carregar as baterias quando ligado à rede eléctrica, como a pode fornecer, se ligarmos o veículo à tomada lá de casa, ou à rede nacional – o que, em Portugal, ainda não é possível…

O objectivo é carregar o carro em casa, no período da noite, quando a energia é barata. À chegada ao domicílio, pode ligar o Leaf à rede doméstica, através do Coffee&Charge – um sistema desenvolvido pelos suíços da Evtec – retirando da bateria o que resta de energia, evitando consumi-la no período em que ela é mais cara e mais necessária para a família.

O Coffee&Charge permite regular o ritmo com que se abastece a casa a partir do carro e, mais do que isso, torna possível que se utilize energia barata, mesmo nas horas em que ela é mais cara.

fonte:http://observador.pt/

05
Out17

Atenção, Tesla: vem aí o novo Leaf por 26.000€

adm

Primeiro contacto com o novo Leaf, que na primeira geração conseguiu ser o eléctrico mais vendido no mundo e agora tem trunfos para continuar a lutar pela liderança, enfrentando a Tesla. Saiba quais.

 

A guerra entre os veículos eléctricos de grande produção está cada vez mais acesa e, se tudo indicava que o Model 3 da Tesla poderia não ter concorrentes à altura, tanto mais que as propostas alemãs não chegarão antes de 2020, com os I.D. da Volkswagen à cabeça, a Nissan demonstrou que não só conseguiu que o primeiro Leaf se tornasse, desde o seu nascimento em fim de 2010, no eléctrico mais vendido no mundo, como está em condições de tentar, agora com a segunda geração, que ninguém o ultrapasse.

O contacto com o novo modelo japonês teve lugar em Oslo, na Noruega – a capital dos automóveis eléctricos, onde 39% dos veículos são alimentados por baterias –, integrado num evento, denominado Nissan Futures 3.0, onde a marca revelou a sua visão para a mobilidade nos próximos anos, que obviamente prevê ser eléctrica.

 

Por fora é a grande evolução

 

Enquanto o primeiro Leaf foi desenhado como um veículo algo estranho e futurista – na nossa opinião, com uma estética que deixava muito a desejar –, segundo os responsáveis pela Nissan, para chamar a atenção pelo facto de ser eléctrico (ainda uma novidade à época), a segunda geração do modelo já não tem essa necessidade, pelo que os estilistas japoneses apressaram-se a corrigir o tiro.

 

Se é óbvio que os carros eléctricos não necessitam da tradicional grelha, por onde entra o ar para alimentar o motor e refrigerar o radiador dos veículos com motor de combustão, sejam eles a gasolina ou diesel, não é menos verdade que há muito que estamos habituados a ver carros com a frente adornada pelos faróis e grelha, razão pela qual a Nissan fez a vontade à maioria dos consumidores e abraçou esse princípio estético.

Além da nova frente, bem mais consensual, a Nissan dotou o novo Leaf com uma traseira igualmente mais atraente, onde joga com as cores, surgindo uma zona pintada de negro que, juntamente com os pilares B e C na mesma cor, dá a sensação do tejadilho flutuar sobre a carroçaria, reforçando-lhe a personalidade.

 

Em termos gerais, se o antigo Leaf podia apaixonar alguns clientes, mas afastar muitos outros, especialmente face ao Tesla Model 3 e até ao próprio Renault Zoe, ainda que este último seja mais pequeno, o novo Leaf não vai chocar ninguém, incrementando o seu potencial de vendas.

Como é por dentro?

Com a mesma distância entre eixos (2,7 metros), mas ligeiramente mais comprido (4,48 em vez de 4,445 metros), o novo Leaf oferece sensivelmente o mesmo espaço interior, que é o típico de um carro volumoso do segmento C, aquele do Golf, por exemplo. O espaço à frente é bom e atrás também, com uma posição ligeiramente mais alta do que é habitual, uma vez que continuou a ser necessário alojar as baterias sob os bancos, na base do chassi.

A volumetria agradou-nos, mas o mesmo já não aconteceu com os acessos à traseira. Com a linha do tejadilho a descer consideravelmente na zona do banco traseiro, quem acede a estes assentos e se bem que a porta seja generosa e abra bastante, tem de baixar a cabeça para entrar e sair – isto se não quiser sentir o quão robustos são os materiais do Nissan…

Uma vez ao volante, a posição de condução é correcta, com o Leaf a não ter no interior o arrojo que se esperava em termos de design. Apresenta antes uma proposta que parece sólida e com todos os comandos bem posicionados e de fácil acesso.

Os plásticos não na sua essência duros ao tacto, mas agradáveis à vista, mas surgem alguns detalhes em plástico macio e de melhor qualidade no tablier e portas, inclusivamente com pespontos a imitar pele, para lhe conferir um aspecto mais refinado.

Se a capacidade do habitáculo não aumenta visivelmente – que já era boa para a classe –, o mesmo não acontece com a bagageira. A segunda geração do modelo incrementa os antigos 370 litros, onde se podia alojar os pertences da família, para uns muito mais generosos 435 litros, o que obriga a um esforço menor na hora de fazer as malas e decidir o que nos vai acompanhar, ou não, na deslocação que se aproxima.

Mas o que mais impressiona é a quantidade de equipamento, entre o relativo ao entretenimento e o que visa incrementar a segurança, com o novo Leaf a oferecer mais soluções do que algum outro modelo do construtor. Mas disso falaremos à parte (ponto 4).

Anda mais? E vai mais longe?

Num mercado que não pára de evoluir, com os automóveis eléctricos a oferecerem cada vez mais potência e maior autonomia, cortesia das baterias que, também elas, são capazes de disponibilizar maior capacidade, para o mesmo peso e volume, é natural que o novo Leaf ofereça mais do que o seu antecessor.

O motor de 109 cv é trocado por um novo de 150 cv, com a nova motorização eléctrica a fornecer igualmente mais força, anunciando 320 Nm, em vez dos anteriores 254 Nm, um incremento que certamente se tornará evidente, mesmo para o condutor mais distraído, assim que pressionar o acelerador. Se a tudo isto aliarmos um peso inferior, (1.520 kg, menos 71 kg do que anteriormente), é mais que expectável um maior dinamismo por parte do eléctrico japonês.

Além das potencialidades do motor, a maior diferença reside na capacidade da bateria, com a Nissan (que vendeu a sua fábrica de acumuladores e todo o negócio aos chineses, que ainda assim as continuam a produzir junto à fábrica que a marca tem em Inglaterra e de onde sai o Leaf), a admitir que as baterias do novo modelo são diferentes e mais eficazes do que as do anterior.

E, se são melhores e reivindicam uma maior densidade energética, têm igualmente uma capacidade superior, uma vez que o antigo Leaf usufruía de uma capacidade de 30 kWh (havia uma versão ligeiramente mais barata, mas já retirada, de 24 kWh), ao passo que o novo oferece 40 kWh e promete uma versão ainda maior (60 kWh) já para 2018.

Aos 40 kWh o Leaf faz corresponder uma autonomia de 350 km, bem superior aos anteriores 254 km do modelo da primeira geração com 30 kWh, e um valor muito mais consentâneo com o actual standard do mercado.

Qual é o principal argumento?

Apesar de ser mais atraente e com maior autonomia, não são estes os principais motivos de interesse do novo eléctrico da Nissan. O que vai cativar os clientes, especialmente os que apreciam as soluções tecnologicamente mais avançadas, é o nível de equipamento que o Leaf vai passar a incluir de série, dependendo das versões consideradas, que vão continuar a ser e por ordem crescente, Visia, Acenta e Tekna.

Além do assistente de máximos, sensores de chuva e de máximos, o modelo introduz o e-pedal, um pedal de acelerador que, na realidade, até trava. Parece estranho, mas não deverá ser um problema para a esmagadora maioria dos condutores, pois trata-se de um pedal de acelerador que se por um lado acelera, permite igualmente controlar, pela forma como se reduz a pressão, os diferentes níveis de regeneração. No limite, pode mesmo parar o veículo, mas na prática evita que o condutor tenha de estar sempre a seleccionar o modo ideal de regeneração na desaceleração e travagem através de comandos colocados no tablier ou volante, limitando-se apenas a desalerar mais ou menos, consoante a situação. É complexo? Sim. Vai ser uma dor de cabeça? Não nos parece.

A capacidade de estacionar sozinho é um dos sistemas que o Leaf passa a oferecer de série em algumas versões

Através do ecrã de 7″ no tablier, o condutor pode aceder ao Nissan Connect EV e controlar uma série de funções, seja através do Apple CarPlay ou do Android Auto (quando este estiver disponível em Portugal). Mas o Leaf pode ainda estar equipado com estacionamento automático, cruise control inteligente, reconhecimento de sinais de trânsito, travagem de emergência com reconhecimento de peões (além de veículos), avisador de saída involuntária da faixa de rodagem, alerta de trânsito em manobras de marcha-atrás e avisador de ângulo-morto.

Curiosamente, apesar da lista ser extensa, falta mencionar o sistema oferecido pelo Leaf que promete ser o mais “badalado”, sobretudo porque é o tecnologicamente mais avançado e por ser uma novidade no mercado – especialmente neste segmento, em que o preço é determinante. Referimo-nos ao ProPilot, que já consegue, hoje, conduzir o Leaf sem intervenção do condutor (na realidade quem vai ao volante tem de, volta e meia tocar-lhe, ou pura e simplesmente “descansar” a mão no volante) e permitir que o carro faça tudo sozinho. Para já, tudo excepto mudar de faixa automaticamente, ou seja realizar ultrapassagens.

Com o cruise control inteligente o Leaf gere a distância para o carro da frente e trava ou acelera consoante o caso, de forma a manter a velocidade que foi programada e evitar embates, para depois o assistente da direcção ser capaz de descrever todo o tipo de curva, nas auto-estradas e vias rápidas – a Nissan anuncia que o ProPilot apenas deve ser utilizado nestas condições –, sendo ainda capaz de mudar de auto-estrada para seguir rumo ao destino programado no sistema de navegação. Não tivemos oportunidade de colocar o ProPilot à prova, mas é algo que faremos, com grande curiosidade, à primeira oportunidade, para ver se está à altura das expectativas criadas pelo construtor japonês.

 
 
 
 
 
 

E as novidades não ficam por aqui pois, segundo a Nissan, o ProPilot, que agora apenas existe na versão “single lane” (ou seja, sem mudar de faixa), passará a estar disponível a partir de 2018 na versão “multi lane”, já com a capacidade de realizar ultrapassagens. Tanto quanto conseguimos apurar, o ProPilot não dispõe de LIDAR, com a Nissan afirmar que consegue cumprir o prometido com sensores ultrassónicos e uma série de câmaras de alta definição, com o radar a surgir apenas para medir a distância ao carro da frente. No fundo, um sistema simples, mas similar ao que é utilizado pela Tesla.

E quanto vai custar?

O preço é outra das agradáveis surpresas do novo Leaf, uma vez que apesar de ter mais potência, autonomia e equipamento, vai ser proposto pelo mesmo valor do antigo Leaf com bateria de 30 kWh. Ou seja, a versão mais acessível e com menos equipamento (apesar de possuir de série soluções até aqui inexistentes, como o e-pedal), a Visia, será proposta por cerca de 31 mil euros, o que com as ajudas estatais e da marca baixa para um valor próximo dos 26.000€. Isto quando chegar ao nosso mercado, o que acontecerá no primeiro trimestre de 2018.

Na fase de arranque, o Leaf vai ser proposto numa versão especial, denominada 2.Zero, que oferece praticamente todo o equipamento que mencionámos acima, inclusivamente o ProPilot (mas não o parqueamento automático), por um ‘valor-canhão’, segundo promessa do fabricante. Fica por saber qual a dimensão do canhão, uma vez que o preço só deverá ser conhecido nas próximas semanas.

 

fonte:http://observador.pt/2

08
Nov13

Eléctrico Nissan LEAF consegue ser o veículo mais vendido na Noruega em Outubro

adm

Veículo 100% eléctrico mais vendido no mundo, o Nissan LEAF atingiu, pela primeira vez, o primeiro lugar na tabela de vendas de veículos de passageiros num país europeu. Desta feita, o sucesso aconteceu na Noruega.

Num país em que o pacote de incentivos à compra de veículos eléctricos inclui zero IVA e zero impostos de circulação, o Nissan LEAF conseguiu, em Outubro, vender mais unidades do que qualquer um dos seus rivais. Sejam eles com motor de combustão interna, híbridos ou eléctricos.

No mês em questão, a proposta 100% eléctrica da Nissan alcançou quase 6% de quota do mercado total de veículos de passageiros naquele país, com um total de vendas de 716 unidades.

fonte:http://diariodigital.sapo.pt/n

01
Jun13

Nissan Leaf atinge 10.000 vendas na Europa

adm

Nissan está a comemorar um marco de vendas para o Leaf que acabou de vender 10.000 unidades na Europa. O carro foi para Sylvie Lailler em Mantes-la-Jolie, perto de Paris. A condutora francesa diz que tenciona usar o carro no seu trabalho de visitas a doentes idosos.

"Comprei o carro porque os baixos custos de funcionamento realmente fazem sentido para o meu trabalho. Precisava de um carro familiar adequado e queria um veículo de emissões zero para substituir o meu hatchback a diesel, o Nissan Leaf foi a melhor escolha. A minha família estava relutante em comprar um veículo elétrico, mas depois do test drive o meu marido disse-me que o queria conduzir para o trabalho. Só que eu não lhe vou dar as chaves assim tão facilmente", referiu Lailler.

O Leaf está à venda na Europa desde março de 2011. Desde março a Nissan começou a vender cerca de 1000 Leafs por mês. A chave para o aumento das vendas foi o aumento da infra-estrutura de carros elétricos, incluindo estações de carregamento. A Nissan vai começar a construir os carros na Europa no próximo mês, o que vai reduzir o tempo de espera.

"Atingimos este marco numa altura em que nos preparamos para apresentar os novos Nissan Leaf produzidos na Europa com mais de 100 melhorias para o mercado", referiu Jean-Piere Diemaz, Diretor de Veículos Elétricos da Nissan Europa.

fonte:http://autoviva.sapo.pt/n

25
Mai13

Nissan Leaf: Liderança eléctrica

adm
Pioneiro na mobilidade eléctrica e actualmente o modelo eléctrico mais vendido em todo o mundo

Característiscas


€31.100*


Nissan Leaf, nível VisiaMotor: eléctrico, corrente alterna, dianteiro transversal
Potência máxima: 109cv às 10.000rpm
Binário máximo: 254Nm às 3.000rpm
Bateria: iões de lítio
Transmissão: automática, uma velocidade, sem embraiagem
Velocidade máxima: 144km/h
Aceleração 0-100km/h: 11,5seg
Consumos e emissões CO2: zero


*Com bateria de aluguer custa €25.200

 

 

 

Pioneiro na mobilidade eléctrica e actualmente o modelo eléctrico mais vendido em todo o mundo, com mais de 60 mil unidades, o Nissan Leaf entra agora numa segunda fase da sua vida, três anos depois de ter revolucionado o mercado.


Visualmente muito semelhante ao modelo anterior, a nova geração Leaf inclui, mesmo assim, cerca de uma centena de modificações, sobretudo a nível técnico. As principais novidades são o aumento da autonomia, que passa dos 175km para os 199km, o tempo de carregamento 50% mais rápido, e a possibilidade de o modelo ser adquirido com o sistema de aluguer das baterias (a partir de 79 euros/mês), tal como já acontece com outros modelos eléctricos da Aliança Renault-Nissan, o que baixa o preço de venda para os 25.200 euros (31.100 com bateria).


A estratégia de comercialização do Leaf apresenta ainda outras alterações. O modelo passa a estar disponível em três níveis de equipamento e não apenas um, como acontecia até agora. O nível de base tem a designação Visia e reconhece-se pelos retrovisores exteriores e acabamentos interiores em preto. Inclui a assistência ao arranque em subidas, ar condicionado automático e a chave inteligente. O segundo nível, Acenta, adiciona, entre outros, retrovisores na cor da carroçaria, faróis e limpa-vidros automáticos, aquecimento programável por bomba de calor e sistema de navegação CarWings, que indica os itinerários mais económicos, o estado da bateria e propõe de soluções de carregamento. O terceiro nível, Tekna, distingue-se pelas jantes de 17 polegadas, iluminação interior de LED, revestimentos em pele preta e sistema de som Bose, mais leve e que gasta menos energia.


Carregamento mais rápido
Em relação ao Leaf de 2010, o novo modelo apresenta duas alterações importantes. Em primeiro lugar, um novo carregador que deixa de estar colocado debaixo dos bancos e passa para sob o capot, em cima do motor, o que permitiu ganhar espaço no interior e na bagageira (370 litros, mais 40 litros que o anterior Leaf) e reduzir o peso (menos 32kg). Por outro lado, o novo carregador é mais potente: 6,6 KW em vez de 3,3. Isto significa que o carregamento é duas vezes mais rápido: quatro horas em vez de oito! O único senão é que a "wallbox" que é necessário instalar na garagem é um pouco cara - cerca de mil euros. Mas vale a pena pela rapidez da recarga. Nos postos da Mobi.E os carregamentos continuam a ser grátis!


Outra novidade importante é o sistema de aquecimento por bomba de calor, como no novo Renaut Zoé, uma tecnologia mais eficiente que a convencional e com cerca de 70% menos consumo de energia. Faz parte do equipamento de série só a partir do segundo nível de equipamento. Já o carregador de 6.6KW é sempre uma opção. Na lista dos opcionais, os níveis Acenta e o Tekna podem receber o sistema Nissan Connect2 com "birdview" (câmaras de vídeo atrás, de lado e à frente) para maior facilidade no estacionamento, assim como um "spoiler" com painel solar para captar energia.


Três modos de condução
Dentro da filosofia de eficiência e aproveitamento de energia, esta segunda geração Leaf está mais aerodinâmica e vem equipada com três modos de condução, Normal, Eco e o novo B. O primeiro não muda nada, o segundo altera o acelerador para consumir menos e o terceiro aumenta a recuperação de energia na travagem. Ao volante, o Leaf é agradável de conduzir e o motor, mais potente, responde sem hesitação e em silêncio, ao menor toque no acelerador. Virtudes eléctricas! O habitáculo é espaçoso e os bancos - os dianteiros têm apoio lateral - são confortáveis. Fabricado em Sunderland, na Grã-Bretanha, toda a dinâmica do Leaf foi optimizada ao gosto europeu. O modelo está à venda desde o dia 22, com preços entre os 31.100 e os 37.300 euros (com bateria) ou os 25.200 e os 31.400 euros (mais o aluguer mensal de bateria).

 

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/

24
Jan13

Nissan baixa preço do elétrico Leaf

adm

A Nissan decidiu reforçar os argumentos do seu modelo cem por cento elétrico Leaf com um ajuste importante no preço. A redução atinge os 3.000 euros e surge enquanto parte de um esforço da marca nipónica para tornar o Leaf mais acessível nos três principais mercados do modelo: Japão, Europa e Estados Unidos da América.

Para lá dessa redução no preço de fábrica, os clientes poderão também beneficiar de outras ofertas de financiamento apelativas, em função dos mercados. O novo preço entra em vigor imediatamente, antes da chegada a meio deste ano de uma versão actualizada do Leaf.

Esta redução de preço complementa os incentivos oferecidos pelos governos e autoridades regionais, o que significa que um cliente poderá pagar, por exemplo, 25.990 euros em França ou £23.490 no Reino Unido. Já em Portugal passa a custar 32.990 euros, uma vez que não existem incentivos. 

O Leaf está equipado com um motor elétrico, localizado na dianteira do automóvel, que aciona as rodas da frente. O motor desenvolve 108cv de potência e 280 Nm de binário, suficientes para uma velocidade de ponta superior a 145 km/h, com uma autonomia de 175 km de acordo com os testes no Novo Ciclo de Condução Europeu (NEDC).

Em relação às baterias, o seu recarregamento demora até oito horas quando ligado a uma tomada doméstica convencional, mas o rápido desenvolvimento de uma rede de carregadores rápidos significa que uma bateria com 30 por cento da sua carga pode chegar aos 80 por cento da sua capacidade em aproximadamente 15 minutos... ou em 30 minutos se a bateria estiver totalmente descarregada.

fonte:http://www.autoportal.iol.pt/n

23
Mai11

ALD Automotive disponibiliza eléctrico Nissan Leaf

adm

De forma a combater alguns preconceitos relacionados com os veículos eléctricos, a ALD Automotive passou a disponibilizar um Nissan Leaf para os seus clientes testarem

 

A ALD Automotive, empresa especializada em aluguer operacional e gestão de frotas do grupo Société Générale, disponibiliza, a partir de agora, aos seus clientes um carro eléctrico Nissan Leaf para test-drive, com o objectivo de desmistificar todas as questões ligadas a este tipo de veículos, nomeadamente as relacionadas com a autonomia e abastecimento.

“Depois de termos lançado a oferta de renting para veículos eléctricos em Março deste ano, o passo seguinte foi oferecer a experiência de condução real de um eléctrico aos nossos clientes, estimulando a sua utilização em condições normais do dia-a-dia. Só assim os nossos clientes poderão tomar decisões informadas e entender que o renting é a solução ideal, na medida em que assume os riscos inerentes às incógnitas deste produto inovador”, afirmou o director geral da ALD Automotive Portugal, Guillaume de Léobardy.

fonte:http://www.lusomotores.com/c

23
Abr11

Nissan Leaf é eleito o Carro ao Ano Mundial 2011

adm

Atual detentor do título Carro Europeu do Ano, o elétrico Nissan Leaf acaba de ser anunciado o vencedor do prêmio Carro Mundial do Ano 2011. Com isso, o modelo zero-emissões fatura os dois mais importantes prêmios da indústria automobilística mundial. O anúncio do vencedor foi feito na manhã desta quinta-feira (21) durante a abertura do Salão do Automóvel de Nova York, nos Estados Unidos. Com isso, o Leaf torna-se o primeiro carro elétrico a vencer o prêmio, assim como ocorreu no Carro Europeu do Ano 2011. Os luxuosos Audi A8 e BMW Série 5 também estavam entre os finalistas.

Os três modelos foram selecionados, em uma lista de dez carros, por 66 jornalistas jurados dos quatro cantos do planeta. E o Leaf, que já está à venda em alguns mercados, é o favorito na disputa, após ter sido eleito recentemente o Carro do Ano Europeu de 2011. Além dos três finalistas, a premiação também as categorias Carro de Performance do Ano, Carro Verde do Ano e Carro Design do Ano. Na primeira, concorrem os superesportivos Ferrari 458 Italia, Mercedes-Benz SLS AMG e Porsche 911 Turbo. Já entre os ecologicamente corretos disputam Nissan Leaf, BMW 320d EfficientDynamics e Chevrolet Volt. E entre os modelos com visual marcante, concorrem Ferrari 458 Italia (novamente), Alfa Romeo Giulietta e Aston Martin Rapide.

fonte:http://carsale.uol.com.br

31
Jul10

Já pode fazer encomenda do Nissan Leaf em Portugal

adm

 

Iniciou-se hoje (30 de Julho) a fase de pré-encomendas para o carro eléctrico da Nissan, o Leaf. Ao contrário do previamente anunciado, o preço em Portugal será de 30.250 euros.

O processo necessário para fazer a pré-reserva do Leaf poderá ser feito através do site da marca em, Portugal, e que obriga a um sinal, totalmente reembolsável, de 300 euros.

Aos "pioneiros" será também dada a oportunidade de efectuarem, em Dezembro, um exaustivo ensaio ao modelo, altura em que será necessária a confirmação formal da encomenda.

O preço, após os incentivos governamentais, situar-se-á nos 30.250 euros em Portugal, nos 29.995 euros na Irlanda e nas 23.990 libras no Reino Unido – valores que incluem bateria.

O Leaf é um veículo de cinco portas e cinco lugares movido exclusivamente a electricidade, sendo que uma carga completa permite um alcance de aproximadamente 160 km, o que irá satisfazer as necessidades de 80 por cento dos condutores que utilizam os seus automóveis em distâncias menores num dia normal.

O motor eléctrico é "alimentado" por uma bateria de iões de lítio desenvolvida pela Nissan, com uma potência de 80 kW, o equivalente a mais de 100 cavalos de potência, e 280 Nm de binário máximo. A bateria poderá ser carregada em menos de 30 minutos até 80 por cento da sua capacidade utilizando um carregador rápido de 50 kW de corrente contínuo.

A marca nipónica prevê que o custo de utilização ronde os 1,05 euros por cada 100 km no nosso país, menos de 1,20 € na Irlanda e de 1,59 libras por cada 100 km no Reino Unido,

Até ao momento, mais de 12.000 clientes na Europa subscreveram a recepção de informação regular relacionada com o lançamento do Leaf, enquanto nos EUA e no Japão, as pré-encomendas excedem já as 23.000 unidades.

fonte:www.autoportal.iol.pt

27
Mai10

Nissan Leaf chega a Portugal e Holanda em Dezembro

adm

Portugal e Holanda vão ser os «primeiros países europeus» onde vai ser comercializado, a partir de «Dezembro», o Nissan Leaf, um veículo automóvel totalmente elétrico, com baterias de iões de lítio e de emissões zero, foi revelado esta quarta-feira.

«Portugal e Holanda vão ser os primeiros países europeus a dispor do Leaf, que vamos comercializar em Dezembro», adiantou António Pereira Joaquim, diretor de comunicação da Nissan Iberia em Portugal.

O mesmo responsável falava a propósito da iniciativa que decorre hoje em Lisboa, no Terrapleno de Algés, intitulada EV Tour Lisboa.

A Nissan Iberia - Portugal vai dar a conhecer aos jornalistas um novo automóvel totalmente elétrico, promovendo também a condução de um veículo do protótipo EV, que serve de base ao Leaf. Na ocasião, a Aliança Renault-Nissan vai ainda assinar uma Carta de Intenções (LOI) com o Governo.

«A Carta de Intenções é mais um passo para afirmar a liderança da Aliança Renault-Nissan nos veículos elétricos e de Portugal como país líder na introdução deste tipo de automóveis», limitou-se a revelar António Pereira Joaquim. Relativamente ao Leaf, o diretor de Comunicação da Nissan Iberia em Portugal explicou tratar-se do «primeiro veículo totalmente elétrico destinado, à semelhança de qualquer outro automóvel, à comercialização em massa».

«O veículo, com emissões zero, vai começar a ser comercializado no Japão e nos Estados Unidos, em novembro, chegando depois à Europa», disse. Com capacidade para «cinco passageiros», o novo automóvel pertence «ao segmento C», acrescentou, frisando que o Leaf já vai incluir «as baterias». O responsável referiu ainda que o veículo vai ter um preço de 34.955 euros, mas salientou que os compradores vão poder beneficiar do «incentivo de cinco mil euros aprovado pelo Governo».

«Por isso, o preço final do automóvel vai ser 29.955 euros», sublinhou, garantindo que «o único custo» para os automobilistas que optarem por este veículo «vai ser a eletricidade, que custa um euro por cada cem quilómetros, em média».

A Lusa contactou o Ministério da Economia, da Inovação e do Desenvolvimento (MEID) sobre a Carta de Intenções com a Renault-Nissan, mas não obteve esclarecimentos. O Governo português e a Renault-Nissan assinaram, em Julho de 2008, um protocolo para a comercialização em Portugal de um veículo elétrico a partir de 2011.

A Renault-Nissan escolheu Cacia, Aveiro, para instalar a Fábrica de Baterias da Nissan, tendo o Governo assumido a garantia de desenvolvimento de uma rede de abastecimento dos veículos elétricos. O ministro da Economia, Vieira da Silva, esta terça-feira, à saída de uma reunião dos 27, em Bruxelas, garantiu que Portugal «está numa posição um pouco mais avançada que a maioria dos países» no que respeita aos veículos elétricos, podendo mesmo estar na vanguarda de uma mudança radical na área da indústria automóvel.

Diário DIgital /Lusa

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